Venda e compra em sites internacionais: o “cross border” é ou não o futuro do e-commerce?

O “Cross Border” é basicamente definido como o comércio entre fronteiras de diferentes países. Podemos considerar como práticas de Cross Border: a […]

O “Cross Border” é basicamente definido como o comércio entre fronteiras de diferentes países. Podemos considerar como práticas de Cross Border: a compra em sites internacionais ou a venda para consumidores estrangeiros.

O “boom” começou em 2017, quando mais de 22 milhões de brasileiros compraram em sites gringos. A predominância era do AliExpress (54%) que cresceu aproximados 9% em relação ao ano anterior.

Atualmente, a Amazon, recém-chegada ao Brasil, tem 30% da receita proveniente de vendas fora dos Estados Unidos. Seu modelo de marketplace causou alvoroço no cenário digital do país e promete ter um crescimento estrondoso este ano.

Cross Border no Brasil

Como você deve imaginar, trata-se de um negócio relativamente recente. É certo que todos que estiverem nos lendo agora já fizeram compras internacionais ou conhecem alguém bem próximo que as tenha feito recentemente.

Mesmo que enfrentemos uma logística nacional não tão eficiente, cargas tributárias altas, regulamentação fiscal e atrasos – o que torna esse tipo de transação um desafio – o mercado de Cross Border é cada vez mais promissor.

Os consumidores buscam compras internacionais a fim de adquirirem produtos exclusivos com um preço mais ameno, seja para uso próprio ou revenda.

As empresas estão atentas ao Mercado de Cross Border

As grandes empresas já estão se movimentando para acompanhar o mercado de Cross Border. Exemplo disso é o “Americanas Mundo”, recente produto da B2W onde anunciantes internacionais têm a possibilidade de oferecerem suas mercadorias para consumidores brasileiros.

Os Correios também parecem ter dado um passo para facilitar a vida de quem faz compras em sites internacionais, ainda que não faça muito sentido com tantas taxas impostas ao produto quando ele chega aqui. Ainda assim, vamos manter a empresa “no radar” para acompanhar as novidades relacionadas a isso.

Para fecharmos o assunto, fica clara a importância que as negociações do tipo Cross Border têm para o cenário econômico como um todo; estreitando laços entre países a fim de deixar o comércio eletrônico cada vez mais transparente.

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