Em terceiro trimestre de 2020, e-commerce supera faturamento de 2019

Surpreendentemente, o terceiro trimestre de 2020 foi responsável por já registrar faturamento no e-commerce superior ao total de 2019.  Decerto, isso se […]

Surpreendentemente, o terceiro trimestre de 2020 foi responsável por já registrar faturamento no e-commerce superior ao total de 2019

Decerto, isso se deve muito ao ano atípico que estamos vivendo. Entretanto, a surpresa veio pelo faturamento de 2019 já ser superior, sendo que ainda não passamos pelas datas mais importantes do e-commerce, que ficam para o último trimestre do ano: Black Friday e Natal. 

Esses dados foram retirados de um estudo sobre vendas realizado pela Neotrust | Compre&Confie no terceiro trimestre de 2020.

“Superar o total de do ano passado durante o 3º trimestre do ano realmente é algo surpreendente, pois ainda não chegamos no período mais importante para o setor que inclui a Black Friday e Natal”. Declarou o CEO da Neotrust, André Dias.

O estudo ainda traz mais dados interessantes para quem realiza vendas online. Considerando apenas o  terceiro trimestre de 2020, foram mais de 4,7 milhões de novos consumidores que realizaram sua primeira compra em uma loja virtual. 

Desta forma, o número de usuários únicos realizando compras online no terceiro trimestre chegou a mais de 23 milhões. Fazendo um breve comparativo, o registro de crescimento em relação ao mesmo período de 2019 foi de 60%. No ano passado, esse número era de apenas 14 milhões de compradores únicos. 

Ainda segundo o estudo  Neotrust | Movimento Compre & Confie, Moda e Acessórios segue na liderança de categoria mais comprada, com ticket médio de R$ 145,00 e movimentando mais de 16 milhões de compradores. 

Além disso, foi identificada a faixa etária que mais comprou neste terceiro trimestre. Os consumidores entre 36 e 50 foram responsáveis por 33% do total do faturamento do período.

Inegavelmente, o crescimento exorbitante do e-commerce neste ano, foi impulsionado pelo isolamento social. 

Entretanto, uma pesquisa já realizada mostrou que, mesmo que crescimento tenha sido por necessidade, os consumidores pretendem continuar comprando online mesmo após o término da pandemia. 

Logo, podemos dizer que, de fato, o crescimento deve desacelerar com a reabertura de lojas físicas, mas não parar

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