Tendências de varejo para investir neste ano! Confira as principais

Quais tendências irão movimentar o ano de 2022? Nada melhor que um especialista para responder essa pergunta e dar dicas preciosas de como se destacar seu e-commerce este ano! Confira.

O varejo está sempre mudando, e para 2022 as transformações são ainda mais profundas.

Mais do que nunca, os comerciantes estão atentos às novidades porque sabem do impacto que as tendências do varejo possuem na maneira como os clientes enxergam seus negócios.

Conversamos com  Thiago Mazeto, CEO da Tray E-commerce, sobre as mudanças para este ano e o que podemos esperar no futuro do varejo.

Vamos compartilhar as tendências do varejo para 2022 e ver para onde as coisas estão indo.

Aproveite e tire as suas dúvidas sobre o assunto!

Por que conhecer as tendências varejistas para o ano de 2022?

O setor varejista chega em 2022 amplamente reformulado.

Para muitos especialistas, é seguro dizer que as mudanças no comportamento do consumidor fizeram surgir novos consensos sobre o que funcionará para os comerciantes.

Tendências que já estavam sendo fortemente adotadas em outros países, como a união do varejo físico e online, chegaram ao Brasil nos últimos anos e, no ano de 2022, prometem ser normas no varejo.

No entanto, a incorporação de práticas que estão dando certo só é possível quando existe a preocupação de acompanhar as tendências.

Para  Thiago Mazeto, CEO da Tray E-commerce, acompanhar as tendências em países com o varejo mais desenvolvido, como China e Estados Unidos, é uma habilidade crucial.

“Muitas coisas que acontecem nesses países consequentemente acontecem aqui no Brasil. Podemos citar alguns exemplos como: penetração das vendas online no varejo, economia compartilhada (bicicletas), super apps…”  exemplifica Mazeto.

O varejista em busca de novidades não precisa se limitar às tendências fortes no Brasil.

Conferir o que está ocorrendo em outros países ajuda você a antecipar tendências que chegarão por aqui antes de todo mundo.

“Podemos dizer que olhar as tendências e os impactos que elas causam é fundamental para ‘tropicalizar’ [as tendências] para a realidade brasileira e preparar seu negócio.” Revela Thiago Mazeto.

E-commerce e pandemia: o que mudou?

Tanto 2020 quanto 2021 foram inequivocamente impactados pela pandemia, criando as bases do que encontraríamos em termos de desafios e novidades no varejo em 2022.

Durante 2020, especialmente quando a crise da Covid-19 estava apenas começando, fechamentos em massa e a permanência das pessoas em casa criaram o caos para os varejistas tradicionais, enquanto o mundo tentava entender quais precauções tomar.

Grande parte do ano foi puramente um modo de sobrevivência para muitas empresas.

Alguns varejistas sacaram dinheiro para se manter à tona e outros, oscilando no limite, foram levados à falência pelo golpe nas vendas.

Depois de uma onda de falências em 2020, o ano de 2021 foi um pouco diferente.

Em vez de falências, o ano foi marcado pela adaptação. Foi preciso repensar a logística e as vendas, expandir a presença online e as estratégias de marketing digital.

A seguir, confira em mais detalhes o que mudou nos últimos anos no varejo por causa da pandemia.

Novos varejistas no comércio online

Os varejistas que tinham alguma resistência ao empreendedorismo online precisavam rever suas opiniões com a pandemia.

O número de lojas virtuais, que andava em franco crescimento no comércio eletrônico brasileiro, bateu margens históricas a partir de 2020.

“O e-commerce já vinha em grande crescimento no Brasil, e o que aconteceu na pandemia acelerou mais ainda, colocando o e-commerce brasileiro em um novo patamar.” afirma o CEO.

Para os varejistas que aceitaram as mudanças e procuraram adaptar seus negócios ao cenário online, novas portas se abriram e foi possível manter, e até melhorar, resultados de vendas.

Quem não aceitou as mudanças, por outro lado, viu seus negócios fecharem.

“Continuamos um crescimento acelerado. Em relação a 2020, [o crescimento do e-commerce] foi de 27%. Isso mostra que temos um novo patamar e que o e-commerce entrou de vez na jornada de compra dos brasileiros, além de crescermos mais 100% em relação a 2019.” afirma Thiago Mazeto.

A pandemia fez o e-commerce decolar como nunca.

Os novos varejistas online certamente não querem abrir mão das vantagens do comércio virtual no pós-pandemia, tornando os segmentos do e-commerce ainda mais competitivos.

Varejo 4.0: entenda o que é e conheça as inovações do Varejo na Era Digital!

Fusão entre o varejo online e físico

A aposta de que o e-commerce se destacaria em relação ao varejo físico e que muitos pontos de vendas seriam fechados por essa mudança de paradigma não é novidade.

No entanto, a pandemia consolidou essa transformação mais rapidamente do que todos esperavam.

No momento em que o comércio online era o único meio disponível para atender às necessidades de milhões de brasileiros, os números do varejo físico começaram a ser superados.

Por outro lado, hoje sabemos que a franca expansão do e-commerce não vai fazer as lojas físicas sumirem de vez.

Na realidade, o mercado aponta para uma maior integração entre os recursos online e físicos das empresas, resultando em uma experiência de consumo unificada entre diferentes canais de vendas, tendência conhecida como omnichannel.

Abre-se um campo de possibilidades em que os canais de vendas de uma empresa, antes separados, podem fazer parte de uma única experiência do cliente, como diz  Mazeto.

“O canal online deixou de ser um “concorrente” do canal físico e está mudando para ser um potencializador do varejo brasileiro, assim como na China e nos Estados Unidos.” aponta o CEO.

De forma muito rápida, experimentamos a fusão entre o online e o físico.

Os casos de sucesso dessa união em outros países, como Walmart e Amazon, mostram que a inserção do comércio virtual no varejo físico em território brasileiro era apenas uma questão de tempo.

Agora, podemos escolher nossos próprios exemplos em supermercados, lojas de roupa, restaurantes e outros tipos de comércios que aderiram à fusão do online e físico.

Confira também: como oferecer uma experiência omnichannel completa para o cliente!

Novos consumidores brasileiros no e-commerce

Antes da pandemia, boa parte dos brasileiros não confiava nos canais de venda online.

Mas, devido à falta de opção durante a quarentena, muitos foram obrigados a migrar para os meios digitais e acabaram descobrindo que amam comprar pela internet.

A estimativa é de que cerca de 13 milhões de brasileiros realizaram suas primeiras compras online em 2020, ano que marcou o início da pandemia da Covid-19.

Os dados são da pesquisa anual realizada pela consultoria Ebit|Nielsen.

O estudo ainda mostrou que 83% dos consumidores responderam que repetiriam a operação de compra.

Ou seja, quem experimentou as lojas virtuais e viu que esse comércio pode ser prático e seguro tende a voltar a fechar negócios mais vezes.

Quais são as tendências do varejo em 2022?

Vejamos quais são as tendências do varejo que o CEO da Tray E-commerce listou para o ano de 2022.

Experiência unificada no varejo online e físico

O especialista  Thiago Mazeto destaca a unificação do comércio online e físico como o ponto central das mudanças que devem acontecer no varejo brasileiro.

“Vejo muita gente falando sobre entregas com drone, mundo virtual etc. Acredito que, no Brasil, o foco deve ser como quebrar a barreira do online e offline, oferecendo uma experiência única para o comprador e gestão única para o vendedor.” afirma o CEO.

No passado, dizíamos que a loja física perderia sua força e atratividade em comparação ao varejo virtual, mas, ao contrário disso, vemos o varejo físico, mais do que nunca, vivo e inteligente investindo em tecnologia.

A integração dos múltiplos canais de vendas de uma empresa pode ultrapassar a barreira do mundo digital e alcançar os pontos de vendas.

Em outros países, esse contato está sendo conhecido como phydigital — o termo é uma junção de physical (físico) e digital.

Por esse caminho, segundo o CEO da Tray E-commerce, teremos as grandes inovações do varejo brasileiro que estão sendo experimentadas em 2022.

“Acredito em tecnologias em que o fornecedor e o vendedor estejam conectados, que seu estoque seja centralizado e o envio seja em centro distribuição pelo Brasil todo: isso para mim é a grande revolução no varejo brasileiro.” afirma  Thiago Mazeto.

Tendências como a darkstore (pontos de armazenamento e distribuição próximos dos clientes) e o smartlocker (terminais inteligentes para retirar encomendas) — experimentadas ainda de forma tímida no varejo brasileiro — são mais baratas do que o modelo logístico tradicional e prezam por mais agilidade na entrega dos pedidos.

As novas tecnologias criam uma experiência unificada entre o varejo físico e online, trazendo também facilidades para toda a operação e melhoria na satisfação do consumidor.

Marketing de influência

O marketing de influência não é um conceito totalmente novo.

As marcas com orçamentos enormes pagam celebridades para promover seus produtos há décadas.

Contudo, quando os clientes se afastam do marketing tradicional e preferem as redes sociais e novas formas de marketing digital, surge um novo tipo de marketing — por meio de influenciadores digitais.

Hoje, o marketing de influência consiste em buscar pessoas no Twitter, Instagram ou YouTube com um grande número de seguidores.

A chave aqui é ganhar muito mais do que visibilidade, mas ganhar a confiança e o engajamento do público que acompanha os influenciadores escolhidos.

“Olhando nossa ‘bola de cristal’, vemos que, na China, onde o e-commerce representa mais de 50% de todas as vendas do varejo, tem uma participação fundamental dos influencers, que usam sua influência para terem produtos próprios ou assinarem alguma linha de marcas que os oferecem aos seus seguidores em lives, outra tendência forte.” comenta Mazeto.

Muitos influenciadores brasileiros estão aproveitando essa estratégia para lançar seus próprios produtos, como destaca o CEO.

“Isso já está acontecendo no Brasil. Por exemplo, a Bianca Rosa, que tem sua própria marca de cosméticos, ou os irmãos Picon (Jade e Léo Picon), que possuem sua marca de roupas e vendem pelas redes sociais.” explica  Thiago Mazeto.

Social commerce

As redes sociais representam muito mais do que plataformas para socializar com amigos e familiares.

Algumas redes atuam como mecanismos de descoberta e interação com as marcas.

O social commerce é uma evolução desse cenário, ao permitir que as marcas agora criem a experiência de compra nas redes sociais.

O CEO da Tray E-commerce considera o social commerce uma grande promessa entre as tendências do varejo para 2022.

Em vez de redirecionar os usuários para outro lugar (por exemplo, para sua loja virtual), os usuários podem comprar ali mesmo no perfil da sua marca.

O Instagram Shopping, por exemplo, é um conjunto de recursos que permite que as pessoas comprem facilmente a partir das fotos e vídeos da sua marca no Instagram.

O social commerce oferece aos seus clientes uma jornada de compra mais conveniente.

Eles agora podem comprar onde exatamente passam boa parte do tempo online, eliminando qualquer atrito que poderia levá-lo a desistir de fechar negócio.

Entregas ágeis e personalizadas

As entregas personalizadas podem ser entendidas como aquelas diferentes do padrão, quando as suas características são adaptadas à preferência de cada consumidor.

Lojas virtuais que oferecem a opção de buscar o pedido em um ponto de retirada estão personalizando as entregas e tornando-as mais ágeis, porque o cliente pode escolher o ponto mais próximo da sua casa para ter o produto em mãos o mais rápido possível.

Os pedidos personalizados também são muito comuns no delivery.

Permitir entregas em horários agendados, rastrear a trajetória do entregador em tempo real e oferecer a opção de retirar o pedido no local em horário predeterminado são algumas práticas adotadas por restaurantes e que agregam ainda mais valor para o cliente.

Mas os desafios são sem dúvidas maiores quando falamos de lojas virtuais que precisam enviar seus pedidos para diferentes regiões do país e do mundo, como fica claro no comentário de  Thiago Mazeto sobre o assunto.

“O Brasil é um país muito grande, por isso tem desafios logísticos óbvios com infraestrutura muito precária, o que encarece os fretes. Acredito que as entregas ágeis contribuem com o sucesso do e-commerce.” Afirma o CEO.

Investir em entregas rápidas significa estar um passo à frente de turbulências e imprevistos.

O desafio que surge é evitar ou, no mínimo, minimizar possíveis transtornos para a loja virtual.

No entanto, as soluções para o processo logístico são cada vez melhores no país, como diz Mazeto.

“O Brasil evolui muito na questão de logística, tivemos novos players que apareceram, e que já nasceram online, integrados às plataformas e aos e-commerces, contribuindo muito com a velocidade e qualidade da entrega.” afirma Thiago Mazeto.

A entrega de compras online é motivo de preocupação para todos.

De um lado, temos o cliente que, logo após fechar sua compra na loja virtual, ativa uma contagem regressiva para a entrega do seu pedido.

De outro, estão os varejistas responsáveis por fazer as escolhas certas para que tudo funcione direito e a entrega seja feita no prazo correto.

Crescimento do Pix

Que a adesão ao Pix tem sido um sucesso, ninguém tem dúvidas.

Mas, para quem ainda estava curioso sobre a incorporação da tecnologia ao e-commerce, os números comprovam um resultado mais do que positivo.

O Pix já é aceito por mais da metade do e-commerce brasileiro, de acordo com pesquisa da consultoria Gmattos.

O levantamento mostra que das 59 lojas virtuais participantes (que, juntas, representam cerca de 85% do comércio virtual do país), 50,8% aceitavam Pix em setembro de 2021.

No mesmo ano, a adesão ao sistema de pagamento instantâneo era de 16,9% no mês de janeiro.

Poucos meses depois, o número de empresas que aceitam Pix deu um salto.

Dentre as lojas que aderem ao novo sistema de pagamento, estão gigantes como Amazon, Magalu, Carrefour, Mercado Livre, Netshoes, Uber e iFood.

O Pix, para o especialista  Thiago Mazeto., não poderia ficar de fora da nossa lista de tendências do varejo em 2022.

“O PIX com certeza foi uma das principais evoluções do mundo, trazendo velocidade e praticidade para o comprador e para o vendedor. Teve um crescimento enorme em 2021 e ainda tem muito para crescer em 2022.” Aponta Thiago Mazeto.

O salto de aceitação do Pix mostra que essa é uma das principais formas de pagamento no e-commerce.

Para pequenas e médias empresas que querem inovarem nas vendas, a adesão ao sistema de pagamento instantâneo é uma tendência a que vale a pena aderir.

Como o Pix para e-commerce ajuda a aumentar as vendas online? Confira!

Pequeno, médio e grande empreendedor: quais são as dicas para se adaptar às tendências do varejo em 2022?

As grandes tendências que prometem marcar o ano de 2022 e o futuro do varejo brasileiro não estão restritas às gigantes e se aproximam da realidade de pequenas e médias empresas.

Vejamos, a seguir, as dicas do especialista  Thiago Mazeto sobre a aplicação dessas promissoras abordagens e tecnologias.

Integre o online ao varejo físico

Os consumidores atuais não fazem distinção entre os canais de vendas online e físico.

Se um produto está disponível na loja virtual, quer dizer que o mesmo produto está disponível no estoque da empresa em um ponto de venda físico, e vice-versa.

Esse comportamento cria a necessidade de uma abordagem omnichannel.

Ao utilizar o e-commerce como uma expansão de sua loja física, você aumenta a presença do seu negócio e, consequentemente, o volume de vendas.

Um serve para maximizar o outro, como aponta  Thiago Mazeto.

“Já falamos que o online não vai acabar com os shoppings ou lojas de rua, mas sim potencializar e maximizar o varejo como um todo.” Afirma Mazeto.

Algumas das principais plataformas de e-commerce oferecem suporte referente à migração da loja física para o e-commerce e à integração de diferentes canais de vendas.

Dessa forma, a gestão de todas as operações se torna única.

E, como explica o CEO da Tray E-commerce, o momento de inovar e promover a conexão dos canais de vendas é agora.

“O pequeno e médio empreendedor têm uma chance única de pegar esse movimento no início e trazer o online para seu negócio.” Comenta, Thiago Mazeto.

Essa é uma ótima oportunidade para que o varejista estreite o relacionamento com o seu cliente, oferecendo-lhe uma melhor experiência de compra.

Busque proteção contra fraudes

Diante do boom do e-commerce no Brasil, o número de fraudes online envolvendo os mais diversos recursos de pagamentos, como Pix e cartão de crédito, vem aumentando.

As tentativas de fraudes aumentaram 74% em 2021, de acordo com o estudo Mapa da Fraude, que foi divulgado recentemente pela ClearSale, empresa de soluções antifraude.

O estudo analisou mais de 375,5 milhões de transações de alguns segmentos, incluindo o e-commerce.

O valor total das tentativas de fraude chega a R$ 5,8 bilhões, 61% acima dos R$ 3,6 bilhões registrados no ano de 2020.

Nesse contexto, a segurança de dados vem chamando a atenção de varejistas e consumidores.

“Infelizmente, quanto mais cresce o e-commerce, as tentativas de fraudes crescem junto. Também é algo que estamos evoluindo em uma velocidade muito boa, inclusive o Brasil é referência em pagamentos e segurança. Afirma Mazeto.

Para Thiago Mazeto, a principal forma dos varejistas driblarem possíveis armadilhas de fraude na internet é buscar empresas sólidas, experientes no mercado, com garantia de segurança e estabilidade para montar sua plataforma de vendas.

Agilize a entrega dos pedidos

Se a logística sempre foi um ponto crucial para varejistas que atuam no comércio virtual, no ano de 2022 em diante esse será um fator que revelará o abismo entre lojas que priorizam a satisfação do consumidor e aquelas que acumularão feedbacks negativos.

À medida que cresce o número de consumidores que experimentam as vantagens do comércio virtual, a necessidade de entregas ágeis acaba sendo uma prioridade.

O same-day delivery é um exemplo de como as entregas ágeis ganham a preferência do consumidor.

No Brasil, esse tipo de frete ultrarrápido ainda está engatinhando, mas já é possível identificar alguns cases, como Mercado Livre e Amazon.

Quando o delivery no mesmo dia é uma opção inviável, ainda é possível agilizar ao máximo a entrega de pedidos.

Mas isso só é possível quando a loja virtual adota uma logística inteligente com, por exemplo, diferentes modalidades.

As opções no contexto atual vão muito além dos Correios, que cobrem todo o território brasileiro e de fato podem funcionar bem para pequenas e médias empresas.

Porém, se o seu volume de vendas é grande ou sua loja atua com grandes produtos, pode ser necessário contratar transportadoras privadas.

Neste post, compartilhamos as principais tendências do varejo para 2022 de acordo com o especialista Thiago Mazeto, CEO da Tray E-commerce.

Como vimos, há uma transformação permanente no varejo brasileiro, e a incorporação das novas práticas e tecnologias é um requisito para os comerciantes que desejam estar um passo à frente da concorrência.

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