Loja virtual: entenda por que ela é um bom investimento na crise
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Quais foram as maiores tendências do comércio eletrônico em 2016?

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Fazer um balanço de final de ano, revisitando o que passou para traçar novos (e melhores) planos para o futuro, é ação estratégica para continuar a crescer. E isso vale para qualquer âmbito da vida, viu? E por mais que 2016 tenha sido um ano de inúmeros desafios e dificuldades, o comércio eletrônico manteve trajetória ascendente. Vale lembrar que esse cenário sempre esteve acompanhado de mudanças tecnológicas, estratégicas e até comportamentais.

Vamos então lembrar quais tendências marcaram o ano de 2016 no comércio eletrônico? Como tudo indica que elas continuarão firmes e fortes em 2017, é melhor que você já esteja por dentro. Então confira!

Mobile

De acordo com relatório da Ebit sobre o e-commerce brasileiro, a participação de dispositivos móveis nas compras virtuais saltou de 0,3%, em 2011, para 23%, em 2016. Percebe a relevância dos smartphones no processo de compra? Os consumidores não só pesquisam, avaliam e interagem no celular, mas também fecham negócios por lá. E essa tendência só se consolidou no mercado em 2016.

Você consegue, com isso, avaliar a importância de oferecer uma boa experiência em dispositivos móveis? Em qualquer tamanho de tela, o usuário precisa encontrar usabilidade no seu comércio eletrônico. Por isso, investir em um site responsivo já é regra para as lojas que querem garantir vendas no próximo ano.

Omnichannel

A fronteira entre on-line e off-line foi derrubada pelo consumidor. Não existe mais uma jornada de compra linear. Cada vez mais, os compradores transitam entre diversos canais e pontos de contato, até tomarem uma decisão. Se o consumidor é multiplataforma, sua marca também precisa ser.

Omnichannel é um conceito que defende que todas as plataformas de contato e vendas devem estar disponíveis ao consumidor de maneira integrada. Assim, ele pode experimentar uma roupa na loja física e comprar na virtual ou pagar por ela no e-commerce e retirá-la pessoalmente. Para isso seja possível, porém, sua loja deve estar em dia com outra tendência que se fortaleceu no comércio eletrônico em 2016: a integração de estoque e de CRM.

Marketing de conteúdo

O uso de bloqueadores de anúncios cresceu 11% no último ano, alcançando um total de 220 milhões de usuários. O que isso significa? Que as pessoas não querem mais receber anúncios invasivos e irrelevantes em suas telas. Essa é a razão por que o marketing de conteúdo vem ganhando cada vez mais força.

Atualmente, as pessoas têm a opção de escolher o conteúdo que querem consumir entre as incontáveis alternativas que a web oferece. Se não gostarem, retornam à janela do navegador e seguem em sua busca. Por isso, para conquistar a atenção e a confiança dos consumidores, é preciso apostar na relevância. Ofereça conteúdos que interessem, engajem e que, acima de tudo, ajudem o consumidor a diagnosticar e solucionar seus problemas!

Análise de dados

Qual o produto mais visualizado da sua loja? Que público compra com mais frequência de você? Qual canal gera mais vendas? Quais os motivos para as pessoas abandonarem o carrinho de compras no seu comércio eletrônico? Todas essas questões podem ser respondidas com apenas uma ação: análise de dados.

Tudo bem que Big Data é uma expressão comentada há bastante tempo, mas foi em 2016 que realmente se entendeu que não importa o volume de dados, mas sim sua análise, interpretação e aplicação. Os negócios que souberam usar os dados para gerar insights e orientar decisões certamente tiveram melhor desempenho. Com isso, puderam entender melhor o consumidor e desenvolver estratégias de marketing mais assertivas e eficientes. E você, onde está nessa?

Otimização da conversão

Uma maneira de usar os dados para melhorar os resultados do negócio é por meio da otimização da conversão. No comércio eletrônico, é possível rastrear o perfil e os passos do consumidor em um site para, a partir da análise desses dados, otimizar a experiência de compra dos visitantes. O objetivo é não só convertê-los em clientes, mas melhorar a performance do site.

Em 2016, a otimização da conversão provou ser uma estratégia efetiva para aumentar as vendas com o tráfego já existente. Com isso, portanto, tornou-se desnecessário investir mais para atrair novos visitantes.

Segurança

Já estamos em 2017 e o comércio eletrônico ainda não conquistou totalmente a confiança de certos segmentos. Fornecer informações como dados de cartão de crédito ou endereço ainda gera preocupação em muita gente. Mas a verdade é que essa insegurança tem relação com muitos fatores: aumento de fraudes na rede, impossibilidade de experimentar os produtos ou apenas falta de hábito de comprar on-line. Para convencer os resistentes, o comércio virtual deve se mexer!

Cabe aos e-commerces disponibilizar informações confiáveis, oferecer dados de contato, apresentar claramente as políticas de entrega, de trocas e devoluções, além de mostrar que o site protege os dados do usuário. Quanto mais garantias, melhor. É inegável que o comércio eletrônico evoluiu bastante no quesito segurança em 2016, mas ainda há muito trabalho a fazer.

Entrega

O frete é sempre uma questão determinante nas vendas e na receita do comércio eletrônico. Afinal, influencia na decisão de compra do consumidor e nas finanças do negócio. Por isso, muitas estratégias se voltam para o processo de entrega de mercadorias.

Em 2016, uma tendência se consolidou: a redução da oferta de frete grátis. À medida em que o e-commerce amadurece no Brasil, outras estratégias relacionadas à entrega são usadas para estimular a compra. É o caso da entrega rápida ou da retirada em lojas físicas. Para 2017, vale a pena acompanhar essa questão. O anunciado fim do e-Sedex pode encarecer esse processo, impactando a receita das lojas virtuais.

Formas de pagamento

O cenário econômico de 2016 no Brasil foi marcado por uma boa dose de insegurança e instabilidade. Por isso, tanto as lojas quanto os consumidores foram obrigados a rever algumas políticas e comportamentos em relação às formas de pagamento.

Com o aumento de taxas e inflação, o comércio optou por oferecer prazos de parcelamento menores, com juros, além de dar mais incentivos para o pagamento à vista. E essa atitude se reflete no comportamento das pessoas! Segundo o relatório da Ebit, a maioria dos usuários pagou à vista ou em até 3 parcelas no primeiro semestre de 2016.

Então, está preparado para um novo ano de mudanças e desafios? O comércio eletrônico está em constante evolução e os empreendedores devem acompanhar as tendências se quiserem se destacar no mercado. Deixar sua loja estagnada definitivamente não é uma opção!

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