7 tendências de e-commerce para ficar de olho nos próximos anos

Muitos profissionais veem o universo online como uma porta escancarada para novas oportunidades de negócio. Alguma dúvida de que essa perspectiva aproxima o sonho de empreender da realidade? Nesse cenário é que entram as lojas virtuais, parte importantíssima desse novo leque. Mas como fazer um investimento seguro? Pois já podemos adiantar que, para isso, é essencial conhecer as tendências de e-commerce para os próximos anos.

Na verdade, aliás, algumas tendências já são executadas por diversas lojas virtuais. E aí está mais um motivo para correr atrás de atualização! Afinal, você não quer engolir fumaça da concorrência, certo? Então se prepare para investir nas novidades certas nos próximos anos e se manter competitivo, conferindo agora mesmo 7 das principais tendências em que o profissional de e-commerce deve ficar de olho!

1. Automatização do atendimento

Os recursos que usam inteligência artificial se tornarão cada vez mais comuns nos próximos anos. Nessa linha, uma opção facilmente aplicável ao e-commerce é o chatbot, ligado à ideia de comércio conversacional. Traduzindo: os chatbots são robôs que gerenciam e automatizam o atendimento ao cliente. Para tanto, usam chats de aplicativos como Messenger, Twitter e Telegram.

Dependendo da configuração do chatbot, é possível realizar desde tarefas mais simples, como esclarecer dúvidas de clientes, a mais complexas, como ajudar nas vendas a partir do histórico de relacionamento com os consumidores.

Essa opção diminui significativamente os custos operacionais com atendimento, além de melhorar a experiência do usuário por agilizar o atendimento, evitando esperas. Entretanto, para que a solução atenda às necessidades da loja virtual, é importante consultar um profissional especializado.

2. Marketing de conteúdo

Já uma realidade para muitos e-commerces, o marketing de conteúdo envolve toda uma estratégia para, pouco a pouco, gerar excelentes resultados. Então vamos lá: para começar a rodar, é imprescindível que o e-commerce crie um blog. A partir desse canal, será possível aumentar o tráfego e qualificar os consumidores para que se tornem clientes.

A estratégia de conteúdo também engloba a produção de conteúdos ricos, como e-books, vídeos e checklists, além de soluções de divulgação, como redes sociais e e-mail marketing. Aqui também é muito importante contar com o suporte de uma empresa especializada, ok?

3. Personalização do relacionamento

O cliente de hoje espera abordagens mais próximas das empresas com as quais se relaciona. Assim, as ofertas devem levar em conta o histórico de consumo, bem como a faixa de preço dos produtos adquiridos para se adequarem a seus interesses. Para o e-commerce, esse relacionamento personalizado representa novas oportunidades de venda.

A partir do cruzamento de informações, o Big Data permite que o negócio acesse dados mais precisos sobre o comportamento de compra do cliente. Com isso, passa a ser possível oferecer tanto produtos como conteúdos mais relevantes para a experiência de compra dos clientes. Outra opção para personalizar o relacionamento é criar um programa de fidelidade que ofereça vantagens e descontos para incentivar o retorno do cliente à empresa.

Só é preciso ter atenção para um detalhe bem importante: por mais que seja possível usar as informações já armazenadas sobre a loja virtual (como o banco de dados), implementar uma estratégia assim demanda softwares e recursos específicos, mais poderosos e atualizados. O investimento definitivamente vale a pena!

4. Mobilidade dos dispositivos

Mesmo que ainda nem tenha ouvido falar sobre ela, pode acreditar: o mobile first é uma tendência já consolidada. A ideia aqui é que o desenvolvimento de sites e recursos sejam focados no mobile desde o início, só passando posteriormente pela adequação necessária para os demais dispositivos.

Além da própria loja virtual, entretanto, há outras opções. Uma alternativa é o desenvolvimento de aplicativos próprios da marca para melhorar a experiência do cliente, facilitando a compra e otimizando o gerenciamento das informações para o lojista. Alguns e-commerces oferecem promoções e descontos exclusivos nos apps, por exemplo, o que permite difundir o uso desse recurso entre os clientes.

5. Integração com marketplace

Especialmente para lojistas de pequenos e médios e-commerces, a opção de integração com marketplaces já é uma realidade. E essa tendência ainda se mantém pelos próximos anos, viu? E essa popularidade não é à toa. Afinal, a solução permite aumentar as vendas ao mesmo tempo em que reduz custos de infraestrutura e divulgação.

Integrada a um marketplace, a loja consegue vender suas mercadorias em grandes sites, aumentando sua visibilidade e, claro, alavancando seus resultados. É isso mesmo! Ao mesmo tempo em que é possível aumentar significativamente as vendas, os custos de comissão são menores que o investimento que seria necessário fazer em marketing e gestão para alcançar tais resultados de forma autônoma.

Mais uma vez, não custa nada lembrar que existem empresas especializadas justamente na integração de lojas virtuais com marketplaces. Melhor então procurar por ajuda profissional para iniciar tal mudança, não concorda?

6. Opções de pagamento

Quanto mais facilidade o e-commerce puder proporcionar ao cliente, maiores automaticamente se tornam as chances de realmente fechar vendas e abrir oportunidades para negócios futuros. Nesse sentido, as opções de pagamento são essenciais! Além dos tradicionais cartões e boletos, novas opções têm se destacado, como:

  • carteiras digitais;
  • mobile payment;
  • tokens;
  • bitcoins;
  • cartões pré-pagos.

Diversificar as opções de pagamento disponíveis é fundamental para atrair público, além de demonstrar preocupação por parte da loja, que se esforça para oferecer mais e melhores opções para o consumidor.

7. Multiplicidade de canais

É cada vez mais comum que compras iniciadas em um canal sejam concluídas em outro. Isso acontece porque o consumidor moderno transita entre meio físico e digital com muita naturalidade. Para atrair e reter esse público, o e-commerce precisa acompanhar essa tendência, proporcionando a integração entre diversos canais — redes sociais, dispositivos móveis, mídias offline e assim por diante.

De acordo com uma pesquisa do IDC Retail Insights, os consumidores omnichannel têm um ticket médio entre 15% e 30% superior aos demais compradores. Se você ainda tinha alguma dúvida de que a experiência de compra desse público deve ser valorizada e aprimorada, essa porcentagem certamente a esclareceu, não é mesmo?

Mas, no fim das contas, em quais tendências de e-commerce você deve investir? Quais são mais relevantes para seu negócio? Durante sua pesquisa, é fundamental alinhar esses novos investimentos com os objetivos estratégicos do negócio. Muitas vezes, um pequeno ou médio lojista não tem a estrutura necessária para investir em diversas soluções. Por isso, é importante priorizar aqueles recursos que favorecem a consolidação do negócio no mínimo de tempo possível.

E então, gostou de conhecer essas tendências de e-commerce para os próximos anos? Que tal apresentá-las a seus amigos? Compartilhe este conteúdo em suas redes sociais!

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