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SEO para loja virtual: 12 erros que não podem ser cometidos

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A estratégia de SEO para loja virtual é fundamental para alcançar um melhor tráfego orgânico para o site, obtendo resultados mais expressivos em vendas decorrentes de um bom posicionamento nos mecanismos de busca.

A execução da estratégia, entretanto, muitas vezes é prejudicada por alguns erros que não podem ser cometidos. Por isso, conhecer as práticas inadequadas de SEO se torna tão importante para os bons resultados quanto realizar as boas práticas da solução.

Pensando nessa situação, preparamos um conteúdo exclusivo sobre SEO na plataforma de e-commerce. No texto, você saberá mais sobre:

  • a importância do SEO para lojas virtuais;
  • quais os benefícios das primeiras páginas do Google;
  • quais profissionais fazem otimizações;
  • como encontrar as melhores palavras-chave;
  • 12 erros que devem ser evitados.

Com este guia, você poderá executar uma estratégia de SEO mais focada em resultados e, além de aumentar as vendas, entenderá quais os impactos dessa prática para a loja virtual. Boa leitura!

Por que o SEO é importante para as lojas virtuais?

Por bastante tempo, os e-commerces focaram as estratégias de marketing digital em mídias pagas, como os links patrocinados, com o objetivo de atrair consumidores já num momento de decisão da compra.

Ainda que a prática seja bastante relevante, consolida-se cada vez mais a importância de também investir-se em soluções orgânicas, pois, apesar de elas serem consideradas de médio prazo, oferecem um alcance mais permanente após executadas, aumentando as vantagens competitivas do negócio.

A sigla SEO significa “Search Engine Optimization”, que pode ser traduzido como “otimização para mecanismos de busca”. O objetivo é aplicar as técnicas de SEO nas páginas para que o conteúdo seja corretamente lido pelos buscadores de forma a alcançar um melhor posicionamento nos serviços de busca, como Google, Bing, Yahoo! e outros.

Com as boas práticas internas e externas às páginas do e-commerce, é possível estar entre os primeiros resultados na SERP (Search Engine Results Page), que é a página de resultados.

Ao ficar mais bem ranqueado nos mecanismos de busca, o e-commerce têm alguns benefícios. Entre eles:

  • aumenta o tráfego no site;
  • torna-se uma referência para os clientes e concorrência;
  • demonstra autoridade no segmento;
  • aumenta a confiança dos clientes na marca;
  • melhora as chances de ser referenciado por outros sites.

Essas vantagens proporcionadas pelas boas práticas de SEO têm como consequência um crescimento direto nas vendas, pois aumentam a relevância dos acessos e também as chances de ser encontrado pelo cliente.

Para as lojas virtuais, essa presença que gera mais acessos e aumenta a confiança do consumidor é fundamental para tornar a rentabilidade do e-commerce mais sólida, melhorando a atração de novos compradores, mas também retendo clientes com um conteúdo rico e interessante. Muitos gestores, entretanto, questionam se investir em uma estratégia de longo e médio prazo como o SEO é, de fato, uma alternativa saudável para o negócio. Saiba mais a seguir!

O que as primeiras posições do Google garantem?

Estar entre os sites mais bem ranqueados do Google é determinante para expandir as oportunidades de vendas da empresa. Esse status pode demorar um tempo para ser alcançado, de acordo com as práticas de otimização realizadas, no entanto, dados comprovam a relevância da estratégia.

Um estudo realizado em 2014 pela Moz indicou uma predominância imensa dos resultados exibidos na primeira página do Google nos acessos dos usuários. De acordo com os dados, a porcentagem de clique de cada posição é:

  • 1ª – 31,24%;
  • 2ª – 14,04%;
  • 3ª – 9,85%;
  • 4ª – 6,97%;
  • 5ª – 5,50%;
  • 6ª a 10ª – 3,73%;
  • 2ª página – 3,99%;
  • 3ª página – 1,60%.

Destaca-se que 71,33% dos cliques concentram-se na primeira página do Google, mas 67,60% deles da primeira à quinta posição, e apenas 3,73% considerando entre a sexta e a décima posição. Quando o estudo é aplicado ao mobile, os dados são bastantes semelhantes, porém, há uma pequena variação positiva nas páginas 2 e 3 dos resultados de busca.

É possível ver que os resultados a partir da sexta colocação da primeira página e nas seguintes abocanham apenas uma pequena parcela dos acessos, o que dá aos cinco primeiros ranqueados as melhores chances de atrair clientes, mas também são as posições mais disputadas.

A pesquisa indica os acessos a partir do primeiro resultado orgânico, sendo que, devido à autoridade conquistada pelos sites mais bem ranqueados, há mais cliques em conteúdos organicamente posicionados do que nos links patrocinados que são exibidos nas barras superiores e laterais.

Uma vez que o SEO para e-commerce ainda não é adotado por muitas empresas do segmento, alguns termos recorrentes na área tornam-se menos competitivos, aumentando as chances de conseguir um bom posicionamento com as boas práticas

Ainda assim, é necessário destacar que, quando são identificados pelo Google e outros buscadores, os erros de SEO podem causar a punição do site, de forma a prejudicar o ranqueamento de todas as páginas indexadas do domínio. O mais indicado para evitar esses erros, além do conhecimento do gestor responsável pela equipe, é conhecer quais profissionais são aptos para trabalhar com otimização.

Que tipo de profissional pode fazer a otimização?

Muitos gestores acreditam que os profissionais de marketing digital não precisam de formação específica, uma vez que se tornou muito comum no Brasil a prática de marketing online amador e realizado pelos profissionais disponíveis no momento.

Esse equívoco fez com que muitas empresas cometessem diversos erros nas estratégias de marketing digital, não alcançando os resultados esperados e não amadurecendo as técnicas corretamente.

No entanto, conforme algumas empresas melhoravam expressivamente os resultados ao adotar estratégias corretas de marketing digital, tornou-se mais frequente que essas funções fossem desenvolvidas por profissionais qualificados, seja da área de marketing, seja da área de comunicação. Inicialmente, é importante que o gestor saiba quais tipos de SEO existem.

SEO On-Page

O SEO On-page refere-se às otimizações executadas dentro do próprio site, nas páginas de produto ou conteúdo, por exemplo. Algumas práticas que envolvem esse tipo de técnica são:

  • heading tags: as heading tags são os códigos H1, H2, H3, H4 etc. que podem ser usados em um conteúdo. Simplificando, são os títulos e intertítulos usados, sendo que cada página só pode ter um H1, que é o título principal;
  • alt text em imagens: o alt text é a descrição das imagens, para que elas possam ser lidas por programas leitores de tela, aumentando a acessibilidade do site, mas também para que os mecanismos de busca entendam sobre o que o conteúdo se refere;
  • conteúdo de qualidade: conteúdos ricos e de qualidade são essenciais para que um site fique bem posicionado no Google. Tanto nas páginas de produtos quanto nas de conteúdos, como em um blog, os textos do site devem ser originais, ricos em informações e relevantes para o público-alvo;
  • palavras-chave: outro aspecto determinante no SEO On-page é a definição das palavras-chave que serão usadas nos conteúdos. Elas devem ser compatíveis com a forma como os usuários realizam pesquisas, aumentando as chances de o conteúdo ser encontrado por consumidores qualificados.

Também existem as técnicas de SEO Off-page, que ajudam no ranqueamento do site nos mecanismos de busca.

SEO Off-page

O SEO Off-page são as técnicas de otimização realizadas fora do site. Esse fator pode sofrer uma influência de sites terceiros sem controle da marca, mas há como traçar estratégias.

  • links externos: como o próprio nome já diz, são os links que referenciam o site em domínios de terceiros. A construção de links (link building) pode ser feita por meio de parcerias com outros sites, mas deve-se levar em consideração a relevância do outro site para o público, uma vez que o Google também analisa se a conexão faz sentido;
  • texto-âncora: são os links externos que você adiciona nas suas páginas e que ajudam a demonstrar para os clientes e para o Google que existe um cuidado em usar dados e fontes externas para desenvolver conteúdos mais ricos e relevantes.

Com quais profissionais contar

Portanto, as práticas de SEO envolvem funções distintas, sendo essa a razão de contar com profissionais variados para realizar a otimização. Conheça alguns deles:

  • analista: profissional responsável pela parte analítica da estratégia de SEO, como pesquisa dos termos mais relevantes, análise do tráfego das páginas e quais precisam ser otimizadas, lincagem interna dos conteúdos e funcionamento do site. A tarefa pode ser executada por profissionais com diferentes formações, como marketólogo, publicitário, jornalista e outros da área de comunicação;
  • redator: é responsável por toda a produção de conteúdo, desde textos mais curtos e promocionais até conteúdos e materiais mais ricos e aprofundados. Normalmente, é realizada por um jornalista ou publicitário;
  • relações públicas: fica encarregado da formação de parcerias para desenvolver as práticas de SEO Off-page, como sites relacionados, imprensa, formadores de opinião etc. O profissional pode ser o relações-públicas.

Essas são algumas das tarefas que são desenvolvidas e os profissionais responsáveis por elas. Entretanto, o organograma da marca pode variar de acordo com as características do negócio. O fundamental é que a equipe de marketing seja apta para essas tarefas, de forma que o resultado obtido possa ser muito mais profissional.

Como encontrar os termos mais importantes?

Um aspecto central de uma estratégia correta de SEO para loja virtual é usar as palavras-chave mais importantes para os potenciais clientes do negócio. Ao usar os termos corretos, o lojista consegue impactar e ser encontrado pelos consumidores.

O indicado é que a estratégia de SEO englobe três tipos de palavras-chave:

  • long tail: são os termos mais longos e mais fáceis de posicionar por conta da baixa concorrência. Por exemplo, “camiseta de algodão preta”. Devido ao fato de ser menos recorrente, é uma forma de promover as páginas de produtos com características específicas;
  • short tail: são termos médios, que se tornam mais concorridos, como, por exemplo, “camiseta de algodão”, ajudando o cliente a encontrar os produtos;
  • head tail: são termos únicos, como “camiseta”. São mais concorridos, pois são trabalhados por mais empresas.

A estratégia deve envolver termos dos três tipos, com o objetivo de apresentar mais resultados para os clientes e tornar as páginas mais relevantes para os mecanismos de busca.

Para encontrar os melhores termos a serem trabalhados, o analista deve focar como o consumidor realiza as pesquisas sobre determinado produto. Para isso, existem algumas ferramentas especificas, como:

  • KeyWord Planner: apesar de ser voltada para mídia paga, essa ferramenta do Google AdWords também pode ser usada para estratégias orgânicas. Ao adicionar um termo, é possível realizar buscas sobre quantidade de busca por mês e concorrência dele;
  • KeyWord Tool: outro recurso para melhorar as práticas de SEO, pois permite que o analista encontre variações do termo, principalmente para encontrar short e long tails que sejam relevantes para as pesquisas;
  • SEMRush: além de ajudar a encontrar termos relevantes com quantidade e localidade das buscas por palavra-chave, essa ferramenta permite acompanhar a concorrência, mapeando quais delas geram melhores resultados.

Portanto, a pesquisa dos termos a serem trabalhados e a execução das estratégias de SEO On-page e Off-page devem ser realizadas de forma profissional para garantir as melhores posições do Google. A seguir, confira 12 erros que não podem ser cometidos na estratégia de SEO para loja virtual!

Assista ao Escola Responde e veja mais dicas de SEO:

 

12 erros que não podem ser cometidos

Um bom ranqueamento do site nos mecanismos de busca depende tanto de como as boas práticas serão aplicadas na estratégia, como de qual forma os erros serão evitados. Muitas vezes, as práticas inadequadas são vistas pelos gestores como um atalho para conseguir um bom posicionamento mais rapidamente, mas no longo prazo essa opção pode prejudicar o site e inviabilizar toda a estratégia de SEO.

Tendo isso em vista, identificamos 12 desses erros que devem ser conhecidos pelos gestores e banidos das práticas de otimização. Confira!

1. Uso das palavras-chave inadequadas

As palavras-chave usadas são determinantes para o sucesso do SEO do e-commerce, pois é a partir delas que o Google vai entender qual é o foco daquela página e ranqueá-la de acordo com a pesquisa efetuada pelo usuário. Quando a termo é inadequado e não corresponde ao usado pelo consumidor para realizar as pesquisas, o buscador não vai entender a relevância daquela página para a busca e a deixará de fora.

Os termos também podem estar desatualizados, dificultando essa interpretação dos mecanismos de busca. Por isso, é importante acompanhar as tendências das palavras-chave, alterando-as quando necessário.

2. Não considerar a estrutura da loja

Muitos gestores não consideram esse fator, mas a escolha da plataforma de e-commerce que será usada para hospedar o site é determinante em uma boa otimização. É da estrutura da loja que vão depender algumas questões, como personalização de títulos, URLs, descrição de produtos, ferramenta de blog, categorias de produtos, processos de compra etc.

Portanto, avaliar essas funcionalidades antes de optar por uma plataforma para a loja virtual garantirá mais oportunidades de vendas e expansão do e-commerce.

3. Produzir conteúdo replicado

Um dos grandes problemas de SEO nas lojas virtuais é a duplicação de conteúdos, tanto internos como externos ao site. É fundamental não publicar nenhum conteúdo replicado no site, nem mesmo nos títulos das páginas. E no caso de produtos semelhantes? Mesmo nesses casos, a replicação de conteúdos é prejudicial para a estratégia de SEO da loja virtual, sendo punível pelos mecanismos de busca.

O correto é que todo o conteúdo do site seja original, mesmo as descrições de produto, posts em blog, avaliação de clientes, títulos das páginas e outros. Também não se deve copiar descrições e textos de sites de terceiros, mesmo resenhas e tutoriais, por exemplo.

4. Ignorar a otimização das URLs

A otimização da página tem início já pela URL. A otimização significa deixar a URL amigável, de forma que o conteúdo da página já possa ser identificado a partir do link.

Além disso, a URL deve conter a palavra-chave que será trabalhada na página. Por exemplo:

  • URL não amigável: http://www.exemplo.com.br/prodcat/pdnum6643.html
  • URL amigável: http://www.exemplo.com.br/smartphones/samsung-galaxy-7

Com esse cuidado, os clientes terão uma melhor navegação na loja e os mecanismos de busca poderão entender os objetivos da página, apresentando-a como opção relevante quando uma pesquisa sobre o produto for realizada.

5. Não explorar links internos e externos

Como explicado anteriormente, o SEO On-page e Off-page são necessários para aumentar a credibilidade e autoridade do site. E a prática de links pode englobar ambos os formatos. Os links internos consistem em lincagem entre os conteúdos do próprio site, de forma a incentivar que o usuário navegue mais tempo e acesse informações relevantes.

Já os links externos são os backlinks, ou seja, redirecionamentos para o seu site a partir de outros domínios. Essa estratégia aumenta o tráfego para o e-commerce, além de melhorar a credibilidade do site por ele estar conectado à uma rede de endereços que apresenta relevância.

Ambas as estratégias devem ser usadas na loja virtual com o objetivo de melhorar o ranqueamento na SERP.

6. Não produzir conteúdo relevante para o público

Muitas lojas virtuais contam apenas com conteúdo de descrição de produtos para fazer SEO e atrair o público. No entanto, essa solução é insuficiente, dado o aumento da concorrência e comportamento do consumidor.

O ideal é que o e-commerce tenha um blog e dedique-se também à produção de conteúdo autêntico e aprofundado para informar o usuário, como proposto pelo Inbound Marketing. Por exemplo, faça resenha de produtos, passo a passo sobre o uso, vantagens, comparação entre mercadorias, opções de uso, técnicas para aumentar a durabilidade etc.

São várias as temáticas que podem ser abordadas visando a melhorar a experiência de compra do consumidor no site e também trabalhar palavras-chave em conteúdos ricos.

7. Não incentivar a interação do usuário

Outro erro que pode ser cometido na estratégia de SEO é não incentivar ou não permitir a interação do usuário, como em comentários ou avaliações de produtos, muitas vezes temendo que sejam feitas críticas à mercadoria ou à loja.

Entretanto, esse tipo de conteúdo possibilita que a página seja sempre atualizada, o que o Google entende como mais informação relevante para o cliente em busca de uma compra. Existem benefícios no relacionamento com o cliente também. Ele poderá conferir a opinião de outros consumidores antes de fechar um pedido, o que ajuda a concluir a compra com mais segurança.

8. Uso de técnicas black hat

As técnicas black hat consistem em formas de enganar as ferramentas de busca para que o site fique bem posicionado, sem desenvolver o SEO corretamente.

Esse recurso foi criado logo no início do Google, ainda na técnica de 1990, entretanto, o buscador tem atualizado o algoritmo desde 2000 para identificar sites que tentam manipular os resultados para puni-los. Entre as técnicas estão:

  • inserir a palavra-chave o máximo de vezes possível em uma página;
  • fazer compra de links que redirecionem para o site;
  • usar conteúdo oculto e conteúdo duplicado;
  • SEO negativo para prejudicar a concorrência.

Essas alternativas são consideradas agressivas e vão contra as diretrizes das ferramentas de busca, sendo que, se o site for identificado com essas práticas, poderá ser penalizado pelos buscadores.

9. Incompatibilidade com o mobile

As vendas por mobile estão crescendo e até o final de 2017 devem representar 32% do total das vendas realizadas por e-commerce, de acordo com o eBit. Seguindo essa tendência, o Google tornou a otimização para mobile como um critério bastante importante no ranqueamento.

Portanto, ainda que as demais práticas de SEO estejam adequadas, não ter uma loja virtual responsiva para dispositivos móveis prejudicará o desempenho do site nas ferramentas de busca.

10. Links quebrados

Os links quebrados ocorrem quando um cliente é redirecionado para uma página com erro 404, ou seja, “página não encontrada”. Isso é comum em e-commerces devido à saída de produtos do escopo de vendas, migração do site etc.

Para evitar esse problema, é possível realizar um redirecionamento 301 para uma nova URL que funcione. Outra opção é criar uma página de erro personalizada, pedindo desculpas ao cliente e encaminhando ele para uma nova página.

11. Não segmentar produtos por categoria

O uso de categorias para segmentar os produtos no e-commerce é indicado por dois benefícios principais. O primeiro deles é simplificar a busca para o cliente, tornando o visual da loja virtual mais atraente e organizado.

Outra vantagem refere-se à escolha dos termos de cada categoria, sendo uma oportunidade para inserir palavras-chaves relevantes para a pesquisa dos clientes e aumentar as conversões.

12. Não usar imagens otimizadas

Por fim, mas não menos importante, está a otimização das imagens do e-commerce. A primeira motivação refere-se à experiência de compra do cliente, pois, quando a imagem é muita pesada e demora para carregar, a página pode motivar uma desistência do consumidor.

Outra questão é sobre o uso do alt text para descrever as imagens para os mecanismos de busca de forma que elas possam ser lidas e ajudar na otimização da página.

Concluindo, a adoção de uma estratégia eficiente de SEO para loja virtual é determinante no ranqueamento do site nos mecanismos de busca, mas também para oferecer uma melhor experiência de compra para os consumidores.

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