Template de loja virtual: o que é e por que é importante?
Como funciona a integração com marketplace na prática?

Passo a passo: saiba como abrir uma loja virtual do zero

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Cada vez mais pessoas têm investido em empreendimentos na internet sem sequer terem passado pelo comércio tradicional. De fato, abrir uma loja virtual é bem mais barato e rápido do que estabelecer um ponto comercial físico.

Afinal, para as vendas online, não existem fronteiras, sendo o limite do sucesso determinado basicamente pela sua vontade de crescer. Lembre-se de que, no caso das lojas virtuais, o tráfego é livre para receber quantos clientes quiser, a qualquer hora do dia ou da noite, estejam eles onde estiverem.

A sua decisão de se tornar um empreendedor online é definitiva e o desejo de ser um empresário de sucesso corre em suas veias? Então, esta leitura é para você! Aprenda agora mesmo, passo a passo, como abrir uma loja virtual do zero!

A decisão de abrir uma loja virtual

Entenda desde já: a entrada no universo do comércio eletrônico é uma grande decisão. Atualmente, são mais de 70 mil lojas virtuais ativas no Brasil, que devem compartilhar 53,5 bilhões de reais em faturamento em 2018.

Apenas em 2017, foram quase 112 milhões de pedidos registrados no comércio eletrônico brasileiro. Segundo a 37º edição da pesquisa Webshoppers (2018), feita pela Ebit em parceria com a Elo, houve também ampliação no ticket médio, que passou de R$418,00 em 2016, para R$429,00 em 2017.

O sucesso que acompanha a decisão de abrir uma loja virtual é resultado de uma série de mudanças tanto no varejo como no comportamento dos consumidores. Aí entram a adesão a novas tecnologias, que facilitam a interação entre lojista e clientes, a maior efetividade das plataformas de comunicação, o uso massivo de smartphones e, claro, a praticidade e o conforto das compras online!

Para ingressar nesse mercado e aproveitar todo o seu potencial de venda, você precisa de preparo. Antes de qualquer coisa, planeje e conheça a fundo o nicho em que pretende competir. Também é recomendável correr atrás de alguns conhecimentos específicos da área, relativos a processos logísticos, precificação de produtosmarketing online e escolha da plataforma, por exemplo. Mas não desanime, porque nada disso é impossível de aprender. Aliás, muito pelo contrário!

Ao longo deste post, você vai obter todas essas informações de forma clara e objetiva, para que consiga começar a empreender agora mesmo! Pronto para aproveitar as vantagens de abrir uma loja virtual? Continua firme no seu propósito? Então, continue a leitura!

A preparação para entrar no mercado

Não restam dúvidas de que conquistar um espaço em meio a mais de 70 mil lojas virtuais é um grande desafio. Enquanto muitas serão concorrentes diretas do seu e-commerce, outras poderão simplesmente se adaptar, passando a comercializar os mesmos produtos que você em pouquíssimo tempo. O que fazer frente a essa concorrência?

A resposta está em conhecer o mercado como a palma da sua mão. Mapear os concorrentes, o que eles fazem ou deixam de fazer, bem como quais são as suas estratégias de marketing, de vendas e de precificação.

É preciso ter um planejamento muito bem estruturado, que destaque os seus diferenciais para o mercado consumidor e se adapte rapidamente às mudanças comportamentais dos compradores online.

Você deve ter, na ponta da língua, quais são os produtos de maior sucesso no seu segmento, quais têm maior margem de contribuição para a sua lucratividade e quais ganham com base no volume e não nos preços. Também deve saber como os consumidores costumam comprar, por que motivo, quando e onde. Em quais plataformas eles interagem diariamente, que tipo de conteúdos consomem e como chegam até você pelos buscadores de internet.

Reunir todo esse conhecimento demanda tempo e paciência, mas é fundamental para que você se posicione na dianteira do seu mercado. Assim consegue prever tendências e se antecipar às oportunidades. É simples: quanto mais você souber a respeito do seu negócio e dos fatores que influenciam o seu sucesso, mais recursos terá para direcionar esforços e conquistar objetivos.

A escolha do nicho de mercado

É possível vender praticamente de tudo pela internet, certo? O problema é que esse detalhe coloca mais uma decisão à sua frente: em qual nicho de mercado atuar? Nesse momento, é preciso lembrar que quanto mais óbvio for o seu negócio, maior será o número de concorrentes.

Assim, se você decide vender eletrodomésticos online, por exemplo, terá uma quantidade enorme de outras lojas virtuais comercializando os mesmos produtos. E aí entram também as grandes, que têm maior capacidade de negociação com os fornecedores e, portanto, mais condições de vender barato. É claro que competir com elas vai ser mais difícil.

Já se você escolhe um nicho de mercado ainda pouco explorado, pode se destacar com mais facilidade. Nesse cenário, fica mais fácil construir uma audiência fiel e engajada, que acompanhará a sua loja virtual por um longo tempo, fomentando as vendas. Assim, mesmo que alguém queira copiar a sua ideia em algum momento, o empreendimento já estará mais maduro e você conhecerá bem a sua audiência, conseguindo manter a competitividade em alta.

Uma dica importante aqui é começar por algo que você conheça bem. Com isso, provavelmente conseguirá articular melhor as suas parcerias, escolher bons fornecedores e montar uma estratégia de marketing acertada. De fato, quando conhecemos a fundo o produto ou o serviço que queremos vender, temos argumentos naturais para convencer o público sobre a sua relevância. Dessa forma, as vendas fluem mais facilmente.

A questão dos custos

Antes de partirmos para o passo a passo da montagem da sua loja virtual, é importante abordarmos a questão dos custos. Ela precisa ser considerada com atenção, uma vez que você deve se preparar financeiramente para fazer a gestão do seu negócio.

Esse é um erro comum entre os empreendedores: não levar em consideração todos os gastos que serão necessários para lançar o novo negócio e também sustentá-lo até que as vendas comecem a acontecer da forma como foi planejado.

De forma simplificada, considere que os seus gastos iniciais vão ser divididos em três categorias:

  • Estrutura básica da loja, considerando a plataforma e outros recursos da área de TI (tecnologia da informação);
  • Divulgação;
  • Operação.

Como você deve imaginar, é difícil estimar valores de forma genérica, uma vez que o investimento necessário depende do tamanho do negócio e do ramo de atuação.

Porém, separamos algumas informações que podem ser úteis para o seu planejamento:

  1. Esqueça a ideia de que é possível ter uma loja virtual com custo zero. Há quem prometa isso. No entanto, os sites oferecidos não são opções efetivas para quem está montando um negócio na internet, até porque não oferecem um ambiente profissional para o seu e-commerce.
  2. Isso não quer dizer que você precisa investir uma pequena fortuna para montar o seu e-commerce. Com a evolução da tecnologia, é possível encontrar excelentes opções de plataformas. Para você ter uma ideia, na Tray, você tem à disposição planos mensais que vão de R$89,00 a R$399,00.
  3. Apesar da importância do preço, lembre-se de que a escolha não deve ser baseada nesse quesito. O mais importante é analisar as funcionalidades, o que é mais adequado para o seu negócio (confira mais sobre o assunto no item 3 deste artigo).
  4. Dando sequência ao seu planejamento financeiro, tenha em mente que precisará reservar uma verba para a divulgação da sua loja. Os custos nessa área podem variar bastante, dependendo do tipo de empreendimento. Um cálculo básico a ser feito é que você deve destinar de 2% a 3% do seu faturamento para a divulgação.
  5. É importante considerar também os custos operacionais do negócio. Entram nessa conta o estoque, ou seja, o que vai ser gasto na aquisição das mercadorias, e também os gastos com a logística e os impostos.

Se você está se preparando para vender pela internet, não deixe de organizar todas essas informações em uma planilha. Esses dados vão ajudar bastante na precificação dos produtos que serão comercializados. Além disso, ter tudo bem organizado facilita a tomada de decisão. Será que você tem espaço para trabalhar com um custo menor em determinada mercadoria sem ficar no prejuízo? Você já deve ter ouvido o provérbio e vamos repeti-lo: dinheiro não leva desaforo para casa. Ou seja, é importante analisar com atenção cada um dos custos, para não ser surpreendido negativamente no meio do processo de montagem da loja.

Atenção com a parte burocrática

Outro aspecto importante para os empreendedores diz respeito ao cuidado com a parte burocrática. Certifique-se de ter ajuda especializada nessa área, uma vez que erros podem custar uma fortuna e até inviabilizar a sua operação.

Para começar as suas pesquisas sobre o assunto, saiba que existem dois modelos mais comuns para as lojas virtuais em termos de tributação. Você pode optar por abrir uma MEI (Microempresa individual, ideal para quem tem faturamento anual de até R$60.000,00) ou Simples Nacional (nesse caso, o faturamento pode chegar a R$3.600.000,00).

Não é obrigatório ter CNPJ para vender produtos pela internet. Contudo, se você pretende ter uma loja de sucesso, em um esquema mais profissional, atuar como pessoa jurídica é melhor do que como pessoa física, até para facilitar a organização do seu comércio eletrônico.

O contador deve ajudar você nessa parte burocrática. No entanto, saiba de antemão que, na venda de produtos, você vai pagar o ICMS e, se for um e-commerce de serviços, o ISS.

A montagem de um e-commerce do zero

Até o momento atual, os itens trabalhados no nosso artigo serviram para que você entendesse como é importante estudar o mercado, ter o seu nicho de atuação muito bem definido e analisar os custos e os trâmites burocráticos envolvidos na operação. Agora, passaremos para a parte prática. Como abrir uma loja virtual do zero?

1. Registre o seu domínio

O domínio (ou a URL) do site nada mais é do que o seu endereço na web. Ele é único e identifica a sua loja virtual entre tantas outras existentes por aí. E isso vale não só para o Brasil, mas para o mundo. Para escolher o domínio, você deve levar em consideração alguns quesitos, como:

  • Use o nome da marca junto a uma palavra-chave que defina o negócio — como www.adaracosmeticos.com.br. Pode acreditar: só o uso dessa palavrinha na URL já ajudará a posicionar o seu site nos mecanismos de busca;
  • Prefira sempre nomes curtos e fáceis de lembrar, evitando caracteres especiais e termos estrangeiros. O intuito é facilitar ao máximo a compreensão de quem ouve o nome do seu site e decide procurá-lo na internet;
  • Prefira domínios terminados em .com.br para garantir um melhor posicionamento regional, pois os mecanismos de busca identificam a localização do seu host e dão preferência a resultados nacionais. Não sendo possível usar um domínio .com.br, tente apenas .com.

2. Escolha um servidor de qualidade

Feito o registro do domínio, você tem que hospedá-lo em um servidor — ou host. O problema é que, ao fazer uma breve busca na internet, você logo descobre que existem várias empresas oferecendo hospedagem de sites. Em meio a tantas opções, quais requisitos devem ser levados em consideração no momento da escolha? Atente, principalmente, para os seguintes:

  • Capacidade de armazenamento: conforme você insere produtos e informações na sua loja virtual, ela aumenta de tamanho. Isso exige um espaço maior no servidor. Então, verifique a capacidade de expansão do seu e-commerce, analisando se isso custará mais para você com o passar do tempo;
  • Limite de tráfego: se o seu servidor de hospedagem tem limite de tráfego, o site ficará fora do ar quando esse teto for atingido. Para não cair nessa armadilha, certifique-se da amplitude desse limite. Já pensou se você fica em apuros em datas de grande movimentação no comércio eletrônico, como a Black Friday?
  • Disponibilidade do servidor: cada servidor tem uma taxa de disponibilidade que corresponde ao tempo em que ele fica no ar sem nenhum tipo de problema que possa ocasionar a queda dos sites nele hospedados. Quanto maior for essa taxa, mais garantias você terá de que a sua loja virtual não ficará indisponível;
  • Suporte: se houver qualquer problema no seu site, o servidor de hospedagem deve garantir suporte tecnológico para que a falha seja rapidamente corrigida. Procure sempre por servidores que oferecem várias formas de contato e atendimento 24 horas, porque você simplesmente não tem como saber quando essa ajuda será necessária;
  • Preço: diferentemente do que muitos podem pensar, serviços de hospedagem de qualidade não precisam ser caros. Sabendo disso, faça comparativos entre preços e benefícios, sempre buscando recomendações de outros usuários.

3. Estruture a plataforma da loja

A plataforma é o seu site em si, que tem uma parte que fica visível para os usuários e outra que é visível apenas para você. A parte pública da sua plataforma é aquela em que os produtos são exibidos, as informações ficam disponíveis para os usuários e você constrói a sua comunicação visual. Já a parte privada é aquela em que você faz a gestão de todo o conteúdo inserido nela, bem como de alguns outros elementos essenciais para o seu negócio — como controle de vendas, de recebimentos e de estoque.

É preciso levar a sério a escolha da plataforma para o seu e-commerce, uma vez que esse será o seu principal meio de contato com os clientes. Nesse momento, considere:

  • Plataforma: pode ser pronta, de código aberto ou desenvolvida sob medida para você. Por mais que as plataformas prontas levem esse nome, elas podem permitir inúmeras customizações. As de código aberto podem ser personalizadas com a ajuda de um programador, enquanto as desenvolvidas sob medida são construídas de acordo com as suas demandas e, exatamente por isso, são bem mais caras;
  • Navegabilidade: verifique se as páginas carregam rapidamente, se os menus estão bem distribuídos e são fáceis de achar, se é possível construir uma hierarquia de categorias que facilite o encontro dos produtos, entre outros detalhes. O segredo está em descomplicar a interação dos usuários com o e-commerce;
  • Funcionalidades: na parte gerencial, confira quais são os recursos disponíveis para que você possa administrar com eficiência a sua loja virtual. Quais dados são coletados e podem ser analisados? É possível extrair relatórios, gráficos e outras formas de conteúdo analítico?
  • Integração: conforme o negócio vai crescendo, você precisa usar novos recursos de gestão para melhorar a sua capacidade de escalar vendas e analisar resultados. Por isso, prefira sempre plataformas que possam ser integradas a outras ferramentas, automatizando a sua gestão e acelerando os seus resultados.

4. Escolha um template adequado

O template é a parte visual da sua loja virtual. Ele define a sua identidade na internet e precisa ser escolhido com bastante cuidado. Se você optar por modelos prontos e sem possibilidade de customização, isso pode fazer com que o seu e-commerce fique parecido com vários outros. Assim, é claro que perde um pouco da sua identidade!

O ideal, portanto, é dar preferência a templates que possam ser mudados para que se adaptem à sua realidade.

Outros cuidados que você deve ter em relação a essa escolha são:

  • Fontes: a fonte é o tipo de letra usado no template. Prefira fontes limpas, sem serifa e não rebuscadas — letras cursivas, por exemplo. Analise a facilidade de entender tais fontes na internet, considerando que essa leitura não pode ser prejudicada no mobile;
  • Cores: cada template usa uma paleta de cores com tons que se complementam, formando um conjunto harmônico. Nesse quesito, a recomendação é evitar o uso de cores muito fortes, fosforescentes ou brilhantes. E por mais que tons contrastantes sejam ótimos para chamar a atenção, devem ser usados com cuidado, destacando elementos-chave na sua página — como botões de ação ou ofertas;
  • Busca interna: certifique-se de que o seu template tem uma ferramenta de buscas eficiente, a fim de agilizar a navegação dos usuários e o encontro dos produtos que procuram;
  • Informações: preço, freteformas de pagamento, descrições e dados técnicos devem ficar bastante visíveis para qualquer pessoa.

5. Defina as formas de pagamento

Muitas plataformas de e-commerce já vêm equipadas com ferramentas de pagamento. De toda forma, antes de abrir uma loja virtual, você deve verificar se essas opções atendem à demanda de seus consumidores. Atualmente, os meios de pagamento mais usados pelos consumidores online são: boleto bancário, cartão de débito e cartão de crédito. Só nos cartões de débito e crédito são dezenas de opções que podem ser de interesse dos consumidores. Isso sem falar nas formas de pagamento alternativas, como milhas, carteiras digitais, Dotz, Bitcoins, entre outras.

A verdade é que quanto mais opções você oferecer, melhor. Contudo, os custos de manter várias formas de pagamento podem ser altos. Pensando nisso, que tal contar com intermediadores de pagamento integrados à sua loja virtual? Afinal, eles podem oferecer uma ampla variedade de opções sem pesar no seu orçamento.

Uma dica importante é evitar que o consumidor seja direcionado para outro site no momento do pagamento, fazendo com que perca a conexão com a sua marca e tenha o trabalho adicional de preencher outros formulários para efetivar a compra. Essa exigência extra pode dar tempo para que ele repense a sua decisão e acabe abandonando o carrinho de compras.

6. Faça um planejamento logístico

Não se engane: abrir uma loja virtual não é apenas vender pela internet. Se fosse assim, muito mais pessoas investiriam nessa modalidade de negócio, o que significaria mais milhões de concorrentes para você! Ter um e-commerce também é ter um excelente processo logístico, que afeta tanto a reputação da loja quanto a satisfação dos clientes.

O planejamento logístico envolve desde a aquisição de produtos até a sua entrega ao cliente final, constituindo um dos maiores custos para qualquer empreendimento. Confira algumas dicas para se sair bem:

  • Selecione bons fornecedores: se o fornecedor é de qualidade, os produtos que você vende serão igualmente bons. Então, procure formar parcerias com esses fornecedores, a fim de manter um bom relacionamento e garantir uma excelente reputação para a sua loja virtual;
  • Organize o seu estoque: o estoque deve estar organizado de forma que cada pedido seja separado e enviado rapidamente para o consumidor. Assim você respeita os prazos informados no cálculo do frete. Procure sempre deixar à frente produtos com maior saída, fazendo com que o seu time ganhe tempo;
  • Cuide da embalagem: os produtos devem ser embalados de forma a não sofrer nenhum dano durante o transporte. Aproveite para promover a sua marca com embalagens exclusivas, já que esse é o primeiro ponto de contato físico entre a sua loja virtual e os clientes;
  • Capriche no preço do frete: o preço do frete é um grande diferencial para quem compra online. Para o vendedor, porém, é sempre um dilema: como fica a equação prazo x preço? Procure parceiros de entrega que deem agilidade ao seu processo sem onerar demais o fluxo de caixa — como motoboys e entregadores independentes. Nas entregas de longa distância, faça pesquisas para saber qual é o modelo financeiramente mais atrativo.

7. Cadastre os primeiros produtos

Terminada a fase de estruturação para abrir uma loja virtual, você pode começar a cadastrar os primeiros produtos na sua plataforma. Por mais que essa seja uma fase de grandes expectativas, já que você está prestes a ver o seu negócio em funcionamento, procure não se apressar. Preste atenção nestes detalhes:

  • Fotos: as fotos devem ter uma resolução média de 72 pixels para permitir uma boa visualização sem sobrecarregar o site. Use sempre fotos de boa qualidade e que mostrem os seus produtos sob diversos ângulos;
  • Ficha técnica: a ficha técnica traz detalhes sobre o produto. Se pensarmos em um notebook, por exemplo, você deve abordar capacidade de memória, HD e armazenamento, entre outros. Esses dados devem ser preenchidos para que usuários mais avançados na jornada de compra encontrem rapidamente todas as informações necessárias no seu site;
  • Descrição: a descrição de produtos é um texto mais amplo e fluido, que tem o objetivo de chamar a atenção para os benefícios da mercadoria em questão. Lembre-se de que esse textinho deve despertar a imaginação e o desejo. Portanto, se fôssemos falar de um notebook, escreveríamos como ele é veloz, ideal para quem edita vídeos, excelente para quem assiste streaming na internet, entre outros atributos que formam uma ideia do quão benéfico seria ter esse item em casa;
  • Comentários: tenha sempre um campo de comentários para que os usuários que adquirem os produtos possam fazer recomendações. Além de contar como uma atualização de página, ajudando no seu posicionamento nos mecanismos de busca, você contará com o aval de várias pessoas para convencer outros consumidores a comprarem. Não se engane: hoje, as pessoas buscam esse tipo de referência e, no caso da internet, elas são prioritárias, uma vez que ajudam o cliente a estabelecer uma relação de confiança com a loja.

8. Comece a divulgar a loja virtual

Loja virtual pronta, chegou a hora de fazer com que as pessoas a encontrem! O marketing digital é, sem sombra de dúvida, a melhor maneira de fazer com que os consumidores conheçam o seu e-commerce. Mas por onde começar?

  • Links patrocinados: para encontrar, desde o início, consumidores prontos para comprar, o ideal é começar com uma estratégia de links patrocinados. Esses anúncios pagos são exibidos quando o usuário faz uma busca na internet, facilitando o encontro entre a sua loja virtual e os novos compradores. Fique atento: principalmente no começo da operação, é difícil abrir mão desse tipo de investimento;
  • Inbound marketing: ao mesmo tempo, você pode iniciar a sua estratégia de inbound marketing — ou marketing de atração. O objetivo é captar o interesse das pessoas por meio de conteúdo útil e segmentado, conforme o perfil do seu público. Demora um pouco mais para trazer resultados, mas é uma estratégia que gera ótimos ganhos no longo prazo;
  • Redes sociais: marcar presença nas redes sociais ajuda a construir a sua reputação e conectar-se a uma audiência engajada, gerando tráfego para o seu site. Quanto mais pessoas chegarem lá e conhecerem os seus produtos, mais chances de fechar novas vendas. Lembre-se de que a sua presença online tem a ver também com a conveniência do cliente. Se ele usa as redes sociais, é importante que ele encontre a sua loja nesses locais. Na escolha das redes que serão trabalhadas, leve em conta a preferência do seu cliente em potencial. No caso do e-commerce, podemos adiantar que têm funcionado bem para as lojas o Facebook e o Instagram. Não deixe de analisar essas opções;
  • E-mail marketing: o e-mail marketing é extremamente eficaz para levar conteúdo segmentado para os seus leads, nutrindo-os até que estejam prontos para a compra. O melhor é que se trata de uma estratégia versátil, que pode ser usada em várias situações — como promoções, pesquisas e lançamentos. Para que a estratégia dê certo, certifique-se de montar um banco de dados com as informações dos seus clientes. O segredo das boas ações nessa área é a personalização: você precisa mandar a mensagem certa, no melhor tempo possível e para a pessoa correta!

9. Faça a sua primeira venda

Estamos no finalzinho deste post e não poderíamos deixar de falar sobre a sua primeira venda. Como dissemos, esse é apenas o início do seu trabalho, já que, após a confirmação do pagamento, você deve dar o start na sua logística para garantir uma entrega de qualidade.

Mas atenção: mesmo após a confirmação de entrega, a sua relação com o consumidor não termina! É preciso dar continuidade ao contato para reter e fidelizar o cliente. Essa comunicação pode ser feita com estratégias de marketing, com a ajuda do e-mail, do SMS e, até mesmo, do acompanhamento do blog, que deve estar recheado de conteúdos relevantes para o seu segmento de mercado.

Faça o registro da sua venda, dê baixa no estoque, movimente o seu fluxo de caixa, emita a nota fiscal do produto e dê andamento aos processos administrativos. Um bom sistema de gestão empresarial pode ajudar a acelerar essas tarefas — ainda mais se estiver integrado à sua plataforma. Em seguida, reúna a equipe e comemore, porque vocês deram um importante passo rumo ao sucesso!

Ah, e não se esqueça de acompanhar os seus resultados, rever as suas estratégias e se manter sempre atualizado. Afinal, o mercado muda a cada instante e só se supera aquele lojista que está antenado com essas mudanças.

Agora que você sabe, passo a passo, como abrir uma loja virtual, não perca tempo e coloque os seus aprendizados em prática. Aproveite que o comércio eletrônico tem encontrado um cenário favorável no Brasil e tire o seu projeto do papel.

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Passo a passo: saiba como abrir uma loja virtual do zero
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