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O e-commerce rompendo barreiras

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Há alguns anos, quando as lojas online começaram a aparecer, era comum o empreendedor estar localizado nas grandes metrópoles e, por meio da venda em seu site, atingir todos os estados do Brasil. Com o mercado virtual se solidificando, esse cenário sofreu mudanças consideráveis. Aos poucos, a ideia de abrir uma loja virtual foi se tornando realidade para um número cada vez maior de empreendedores.

Acompanhando a crescente participação de compradores online fora da região Sudeste, o mercado foi ganhando raízes em todo o território nacional. Proliferam, então, os e-commerces regionais, que crescem em velocidade superior ao varejo físico e já respondem por uma parcela significativa do faturamento do varejo online no Brasil.

Esse crescimento foi impulsionado por uma mudança de posicionamento dos consumidores: se antes muitos tinham medo de utilizar a internet para realizar uma compra, segundo expectativa da pesquisa Webshoppers da E-bit, mais de 55 milhões de pedidos devem ter sido feitos em 2018, uma alta de 8% ante 2017. As regiões que mais ganharam espaço nas vendas foram a Sul e a Nordeste, com destaque para a primeira, que cresceu 24% em relação a 2017, de acordo com o levantamento. Essa informação expõe um dos principais desafios logísticos das transportadoras: acertar a equação entre coletar com qualidade e entregar com agilidade a carga dos milhares de pequenos e-commerces espalhados pelo Brasil, sendo que muitos estão localizados longe das regiões centrais e ainda possuem baixos volumes.

Para atender esse mercado, transportadoras privadas continuam promovendo adequações às suas estruturas. As demandas exigem esforços constantes para acompanhar as novas dinâmicas desse mercado. A questão do custo do frete também volta à pauta com a chegada dos e-commerces regionais. A gestão logística exige conhecimento dos lojistas que, em muitos casos, recorrem à inteligência computacional para oferecer o menor valor de entrega para os clientes. A prática do frete grátis ainda é uma das estratégias adotadas pelas lojas que querem aumentar a taxa de conversão e ganhar participação de mercado – realidade dos e-commerces regionais, independentemente da margem de lucro − ou de alguns nichos específicos, como moda, acessórios, cosméticos e perfumaria. Ao dar gratuidade pelo serviço, o lojista precisa encontrar o equilíbrio entre a redução da margem de lucro e a estratégia de aumentar a taxa de conversão de sua loja, competindo de igual para igual com os grandes players nacionais.

Nos últimos anos, um dos principais impulsionadores do mercado de e-commerce tem sido o modelo de marketplace, um grande shopping online, responsável pelos pagamentos e até feedback dos clientes sobre as compras. Mas a logística é um cuidado que precisa partir direto do seller em quase 100% dos casos. Com vários vendedores de diversas regiões do Brasil competindo entre si, é preciso fazer um planejamento cuidadoso do processo de distribuição, já que o prazo e o valor do frete são fatores decisivos para a sua diferenciação e cruciais para uma maior conversão de vendas. Por isso, é essencial uma relação muito estreita entre a logística dos lojistas e os marketplaces, principalmente na maneira como os estoques são gerenciados e, mais ainda, na etapa de transportes, já que o vendedor é o responsável pela correta entrega de seu produto ao consumidor final.

O sucesso do modelo de marketplace no Brasil depende da equalização de três fatores fundamentais, que são a fácil e rápida integração de lojistas, gestão da qualidade de atendimento e serviços destes parceiros, e excelência nos processos operacionais para gestão de estoque, frete e entrega, garantindo assim uma melhor experiência para os consumidores.

Para entender melhor as particularidades do e-commerce regional e sua crescente demanda, é necessário que as transportadoras privadas atendam o lojista não só com o alcance de distâncias cada vez maiores e em menor tempo, mas com coleta de produtos em todos os estados brasileiros.

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