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Mulheres empreendedoras: 5 histórias para se inspirar

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Não é nada fácil ser mulher no mundo dos negócios. E não é só a gente que está dizendo isso, viu? De acordo com um levantamento feito em 2016 pela revista Fortune, das 500 empresas com maior destaque no mundo, apenas 21 não são comandadas por homens. O mesmo se repete no Vale do Silício, lugar em que se respira inovação. Acredite: por lá, apenas 11% dos cargos de CEO são ocupados por mulheres.

No entanto, apesar desse cenário aparentemente desanimador, é preciso ter em mente que existem sim muitas mulheres empreendedoras fazendo história por aí. E isso vale inclusive para o Brasil. Quer conhecer algumas delas? Então vamos lá!

1. Bia Granja, fundadora do youPIX

Eleita a 6ª pessoa mais inovadora do mercado de comunicação e marketing do país e uma das 25 mais influentes da internet pelas revistas Galileu e Época, Bia Granja, também conhecida por ser a fundadora da plataforma youPIX, é uma das maiores referências da internet no Brasil. E, como deu para notar, não é por menos!

Além de escrever sobre comunicação e tecnologia para diversos canais consagrados, como os jornais Folha, O Estado de São Paulo e até sites como Blue Bus, Bia ainda atua como curadora de grandes eventos do meio, como a Campus Party Brasil, há mais de 10 anos.

Mas o mais legal de tudo é que, apesar de toda essa carteirada de criação de conteúdo, um dos maiores méritos na carreira de Bia Granja foi conseguir estabelecer uma ponte entre o mercado e outros creators (como são chamados alguns criadores de conteúdo da internet) por meio de eventos e workshops do youPIX, não só apresentando grandes nomes da web como capacitando vários outros.

2. Bedy Yang, sócia da 500 Startups e fundadora do Brazil Innovators

Filha de imigrantes chineses, Bedy Yang é uma figura bastante conhecida, principalmente no mercado de startups. Fundadora do Brazil Innovators, plataforma para o empreendedor digital que fecha cerca de 20 negócios por ano, e sócia-diretora da 500 Startups, Yang partiu para os Estados Unidos em 2005 a fim de estudar o relacionamento entre o Brasil e a China. No meio do caminho, porém, foi parar no Vale do Silício, onde se tornou empreendedora do mercado de tecnologia.

Hoje, por meio da Brazil Innovators, ela faz a complicada intermediação da relação entre investidores americanos e empreendedores brasileiros. Trata-se de um trabalho nada fácil (e pouquíssimo protagonizado por mulheres), que permite mostrar para os cabeças das empresas a diferença entre a lucratividade e rentabilidade de seus negócios.

3. Cris Bartis e Juliana Wallauer, criadoras do podcast Mamilos

Há até algum tempo, a maioria esmagadora dos ouvintes de podcasts brasileiros (uma espécie de programa de rádio transmitido em episódios na internet) era de homens dos setores relacionados à tecnologia — pelo menos é o que aparecia em relatórios como o da PodPesquisa de 2014. Hoje, a coisa mudou um pouco de figura. E isso de deve, em boa parte, a podcasts como o Mamilos.

Abordando temas como depressão, violência policial, cultura do estupro, ICMS, trabalho escravo e relacionamentos abusivos, o podcast encabeçado por Juliana e Cris trouxe assuntos mais sérios para esse formato de mídia, atraindo, com isso, uma nova safra de ouvintes.

Hoje, o Mamilos crava mais de 80 mil downloads por episódio semanal, com muitos desses downloads vindo de fãs que apoiam o projeto via plataformas de financiamento coletivo — como o Patreon e o Padrim. Juntamente com alguns anunciantes, esse esforço faz do podcast um tipo de negócio bem nichado, rentável, mas ainda pouco explorado no Brasil.

4. Kathleen Kennedy, produtora da Lucasfilm

Durante muitos anos, o mercado de cultura nerd foi dominado por homens. No entanto, se hoje a história é diferente, boa parte dessa mudança é devida a Kathleen Kennedy, produtora da Lucasfilm responsável por sagas consagradíssimas — como De Volta para o Futuro, Jurassic Park e uma das mais importantes nos dias de hoje: Star Wars.

À frente de uma das principais divisões da Walt Disney desde 2012, Kathleen foi quem convenceu o diretor J.J. Abrams a comandar O Despertar da Força, decisão tida como mais que acertadas pelos fãs. Ela também cuidou do começo da construção do parque temático da série Guerra nas Estrelas e trocou os responsáveis pelo filme sobre o personagem Han Solo. Tudo isso em prol de manter uma das franquias mais lucrativas do cinema dentro dos trilhos.

5. Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank

Sendo considerado uma das fintechs (empresas que usam tecnologia de ponta e inovação dentro do setor financeiro) mais importantes do país, o Nubank também é hoje uma marca bastante querida do mercado. E boa parte desse carinho se deve à sua cofundadora, Cristina Junqueira.

Há anos tocando projetos gigantes para o banco Itaú, Cristina já tinha uma carreira bastante sólida quando resolveu, em 2013, largar tudo e apostar suas fichas no Nubank. Isso ao lado do colombiano David Vélez e do americano Edward Wible. Como sabemos agora, sua aposta deu muito certo!

Com um jeito bastante direto, a empresária já disse, em entrevista feita pela Época, que se um determinado trabalho fosse fácil, já estaria feito. Para ela, portanto, a grande questão de uma empresa deve ser resolver os problemas que incomodam os clientes e não a paixão do empresário em empreender. E acredite: resolver problemas é mais difícil que empreender apaixonadamente.

De olho na solução de problemas, o Nubank, que já servia como uma excelente forma de pagamento online, lançou no final de outubro uma conta corrente sem tarifas, chegando mais perto de se tornar uma das primeiras fintechs brasileiras com valor estimado de 1 bilhão de dólares. Parece que a visão de Cristina Junqueira realmente tem feito bem para a empresa!

Como você pôde ver, não faltam histórias inspiradoras de mulheres empreendedoras em diversos tipos de mercado diferentes. E é claro que esperamos que apareçam muitas outras por aí!

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