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E-commerce para iniciantes: tudo que você NÃO pode fazer

Dando um gás na pandemia: ideias sobre como começar a vender online

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Se você ainda não começou a vender online, com a pandemia de COVID-19, provavelmente você já está pensando em vender.

Desde o início das medidas restritivas (muito variadas em todo país, mas ainda assim, limitantes), diversas pesquisas já foram capazes de identificar mudanças no mercado, seja na quantidade de vendas por ramo de atuação, seja na própria quantidade de empresas que passaram a vender online.

Como exemplo, uma pesquisa do SEBRAE em Minas Gerais, identificou que não apenas mais empresas passaram a vender online, como pequenos negócios se beneficiaram com o investimento nessa modalidade.

Por essa própria pesquisa é possível ver que as empresas “dão seu jeito” quando o negócio é vender online, como, por exemplo, improvisando e vendendo pelo WhatsApp, sem qualquer outro tipo de intermediação.

Ainda assim, por mais que o e-commerce esteja virando algo natural, nem todos se sentem muito seguros em começar seus negócios. Por isso, proponho aqui algumas provocações e dicas para quem está começando.

Comece Rápido

Se você está com seu negócio parado desde o começo da pandemia e ainda não começou a vender online, está ficando para trás da concorrência. Muitas empresas foram forçadas a iniciar suas operações de e-commerce ou simplesmente vender pelas redes sociais, e conseguiram ter sucesso, mas é evidente que as empresas que já estavam operando assim tiveram vantagem.

Não espere mais. Você pode estar um pouco atrasado, mas pense que talvez nunca voltemos à nossa vida exatamente como era antes, e talvez muitas empresas que migraram para o digital, permaneçam lá ou no mínimo reforcem suas operações online para esse novo mundo durante e após a pandemia.

Comece com pequenos investimentos

Se você está lendo este artigo, imagino que seja dono de um pequeno negócio, e se as contas já estavam apertadas, hoje provavelmente estão mais, o que significa que você não poderá fazer grandes investimentos. Felizmente, hoje isso não é problema, pois é possível iniciar um negócio com uma fração do investimento que se fazia anos atrás.

Como faço isso?

A tendência de digitalização e criação de serviços online nos trouxe inúmeras formas de começar um pequeno negócio de forma rápida e barata, e isso passa por várias etapas da sua migração para o online. Vamos a alguns pontos:

1) Utilize uma plataforma Software as Service (SasS)

Se antes havia dúvida entre contratar uma plataforma ou desenvolver sua loja do zero, bom, hoje essa dúvida é bem menor. Contratando uma plataforma de loja virtual SasS, você pode ter acesso a diversos recursos em poucos minutos e com custo muito acessível. 

Não faltam opções para escolher, mas em um momento de crise, e querendo iniciar rápido, talvez não valha a pena investir tempo demais na escolha. Você sempre poderá migrar quando a situação estiver favorável, por mais que não seja sempre uma tarefa tão fácil.

2) Utilize um tema com baixo custo

Ter um layout único para sua loja é importante. Mas, mais importante do que isso, é ter a sua loja. Você pode começar sua loja com um tema gratuito (seria a maior economia possível), mas pense que muitas vezes você já consegue se destacar um pouco com um investimento em um tema de baixo custo.

Muitas plataformas possuem lojas de temas onde você poderá escolher aquele que mais combina com sua marca. Entretanto, não escolha qualquer um: priorize aqueles que têm um bom funcionamento em diferentes dispositivos, principalmente em celulares, que são já responsáveis por grande parte das vendas.

Também prefira um tema que lhe dê possibilidades de personalização, para ajudá-lo a se destacar, mas não se apegue demais a isso, pois o principal é que esse tema funcione e mostre seus produtos de forma adequada.

Temas mais robustos podem ser super interessantes se você tiver os recursos, mas dificilmente serão revolucionários. Mais importante é sua oferta e a credibilidade que sua loja passa.

3) Crie um projeto de marca enxuto

Sendo um designer, o item 2 já me dói de falar, mas me dói mais ainda este item 3. Criar uma identidade para seu negócio é uma etapa importantíssima. É ela que vai definir a cara da sua presença online e garantir uma imagem clara, identificável e confiável. 

Economizar nisso nem sempre é uma boa escolha, e dependendo da quantidade de aplicações que você fizer e do tempo em que ficar no mercado, trocar a marca no futuro pode ser uma dor de cabeça.

Mas em um momento de crise, nada adianta fazer um completo manual de identidade visual, com diversas previsões de variação de marca, regras de aplicação, aplicações em materiais diversos, tipografia personalizada, etc. 

Pense que você precisa de uma marca feita em um tempo relativamente curto, e que será usada principalmente no digital, e você pode não precisar de aplicações impressas por um bom tempo, pelo menos.

Criar só um logotipo, sem um manual, não é a melhor escolha para uma empresa mais estável, mas pode ser o necessário para um início rápido.

4) Utilize intermediadores de pagamento e frete

Tentar integrar sua loja com o sistema de boletos do seu banco, fazer uma integração direta com as operadoras de cartão de crédito ou até mesmo gateways, pode representar uma economia nas taxas, mas pode ser bastante trabalhoso (e você fica responsável em muitos casos por se assegurar contra fraudes).

Por isso, não se intimide com as taxas de intermediadores de pagamento. Elas podem ser maiores, mas a facilidade de criar uma conta e integrar com sua plataforma evitará muita dor de cabeça e economizará muito do seu tempo. Pense em economizar nas taxas depois.

5) Utilize marketplaces

Depender da estrutura de um grande marketplace e pagar pela intermediação da venda pode não ser a coisa mais atrativa do mundo. Mas pense como seu produto pode, rapidamente, estar exposto a uma audiência muito maior e cativa, que você só conseguiria na sua nova loja a muito custo e investimento em publicidade.

Utilize os marketplaces como uma forma rápida de começar a vender, e pense depois em como conseguir o seu próprio público.

Existem plataformas de e-commerce já possuem integrações nativas com os principais marketplaces, então, busque por essas.

6) “Online” não é só sua loja

Não esqueça que vender online não significa apenas vender através de uma loja virtual. 

Lembre-se como muitas empresas atuam no WhatsApp, Instagram, Facebook, e que isso é tão online quanto.

Pode ser que os processos sejam menos automatizados, mas existe também a vantagem de ter uma proximidade maior com seu público e mais facilidade em tirar dúvidas sobre seus produtos e ofertas, além de geralmente não envolver custos. Essas ferramentas também passam cada vez mais a contar com recursos para empresas.

Seu WhatsApp pode ser um grande aliado da sua loja virtual, mas, não deve ser o centro da operação.

7) Contrate uma implantação

Se você tiver um pouco a mais de recursos disponíveis, você pode acelerar ainda mais o processo se contratar uma empresa especializada para fazer uma implantação de sua loja

Uma empresa focada poderá lhe mostrar o caminho das pedras e resolver os pequenos pepinos mais rapidamente, além de ser capaz de lhe dar outras dicas além dessas que eu estou dando. Além disso, um serviço de implantação pode cobrir até mesmo outros aspectos que não estejam cobertos aqui, como o cadastramento de produtos.

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