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Especialista em comida orgânica desde bebê: Conheça o Hora de Papinha

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Rebeca estampa todos os potinhos das papinhas orgânicas produzidas a mão pelo pai, que começou o negócio, pois achava que as papinhas que estavam no mercado poderiam ser mais nutritivas para sua filha.

Pensando em como melhorar a alimentação da menina, que na época tinha apenas seis meses, o pai pesquisou e encontrou várias receitas, desenvolveu outras e em contato com a nutricionista da criança, montou uma variedade incrível de alimento.

O personagem dessa história é Guilherme Leitão, dono da Hora de Papinha, especialista em papinhas orgânicas para crianças de seis a doze meses e que viu na filha pequena a oportunidade de um negócio realmente diferenciado.

O produto diferente

Hoje a Hora de Papinha conta com mais de 20 produtos diferentes. Todas papinhas equilibradas no ponto de vista nutricional e de um sabor que apenas papinhas caseiras conseguem ter.

Guilherme conta que prepara as papinhas pessoalmente. Ele mesmo cozinha os alimentos e os prepara com todo cuidado que apenas um pai ou uma mãe teria com a comida de seu filho. Ele escolhe alimentos orgânicos para a preparação de seu produto, cozinha com todo o cuidado que os alimentos necessitam e usa temperos leves e naturais.

Na hora da embalagem, ele toma os mesmos cuidados, higienizando os potinhos e colocando o alimento com cuidado, a fim de não deixar que eles sejam contaminados.

Por ser um produto orgânico, Guilherme destaca que nenhum tipo de conservante é utilizado e o produto dura enquanto estiver congelado. Ele mesmo mantém os produtos congelados antes de enviar o produto aos clientes e o envio todo é planejado para o tempo em que ficará descongelado.

A embalagem, com um bebê estampado, foi pensada e desenhada em cima de uma foto da filha Rebeca, quando ela tinha 6 meses e até hoje é usada. Hoje, com cinco anos, Rebeca se reconhece na foto e mostra para todos a homenagem do pai.

Começando um negócio

Guilherme conta que sempre gostou muito de cozinhar e que por isso, quando a filha fez seis meses, ele ficou responsável pela comida da nenê. Depois de pesquisar no mercado, percebeu que eles não teriam o tipo de alimento indicado pela nutricionista e ele mesmo decidiu investir em conhecimento para dar continuidade.

Depois de começar a cozinhar para a filha ele percebeu que aquilo juntaria duas vontades que ele sempre teve: montar um negócio próprio e trabalhar cozinhando.

No começo, Guilherme conta que teve muita dificuldade e que não entendia nada de e-commerce, achou que apenas precisava montar a loja e deixar que ela trabalhasse e vendesse sozinha. Depois de cursos e adquirir o máximo de conhecimento que podia, ele percebeu que um trabalho grande ainda estaria para frente se quisesse sucesso.

Um dos grandes problemas do negócio que queria montar, segundo relato do empreendedor, é que não haviam lojas do mesmo segmento, no Brasil, para que fosse seguido um exemplo. As lojas do mesmo segmento eram todas de fora e que não enfrentariam uma logística tão problemática como do Brasil.

Por conta disso, ele teve de estudar ainda mais para manter os produtos sempre frescos e enviados com cuidado para que eles não chegassem com problemas até o consumidor final. Segundo Guilherme, ele teve de fazer uma série de testes até encontrar o ponto ideal da saída do produto até a entrega ao consumidor final.

Conhecendo o público

Rebeca cresceu e com ela, a linha de produtos na loja virtual do pai. As papinhas, que inicialmente eram para crianças a partir de 6 meses também ganharam uma versão para crianças até 12 meses.

Os sabores e a composição das papinhas seguem os mesmos para as idades, o que diferencia é a quantidade dos produtos na papinha, que são colocados de acordo com a necessidade de cada criança.

Todas as mudanças e crescimento da marca só foi possível, pois Guilherme quis conhecer seu público e por isso, fez pesquisas tanto pelo que eles procuravam pelo produto como quanto e como eles compravam. Isso ajudou a identifica que as mães que tinham criança com menos de 12 meses compravam menos que as que tinham crianças a partir de 12 meses, pois elas tinham mais preocupação do que a criança se alimentavam e porque a maioria começava a idade escolar apenas a partir de um ano.

Planos para o futuro

O ano de 2017, segundo Guilherme, foi de grande aprendizado e desenvolvimento da Hora de Papinha. As vendas cresceram na média planejada pelo empreendedor e no ano de 2018 ela planeja além de crescer as vendas, tornar o Hora de Papinha mais conhecida entre nutricionistas e pediatras infantis.

Para isso, ele planeja trabalhar com reconhecimento da marca usando AdWords no Google e nas redes sociais de maior acesso, como Facebook. Ele planeja aumentar as vendas em pelo menos 20% no ano de 2018.

Quando questionado sobre o futuro do e-commerce, Guilherme acredita que muitas coisas que são “anormais” de serem vendidas no e-commerce, futuramente passarão a ser normais. Alimentação será um exemplo disso, afinal, cada vez mais as pessoas terão menos tempo de prepararem comidas saudáveis e buscarão por alguém que fará.

Guilherme tem planos futuros de colocar uma linha vegetariana e vegana àqueles que querem colocar esse tipo de alimentação aos pequenos herdeiros. No momento, ele informa que está se preparando em como substituir os alimentos essenciais para as crianças e procurando um espaço maior, onde a comida vegetariana e vegana não se mistura com a alimentação tradicional, respeitando assim a filosofia de cada um.

A Hora de Papinha é um case de sucesso da Tray e um exemplo de negócio diferenciado no ramo de e-commerce.

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