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MadeiraMadeira Se Torna Mais Nova Parceira Da Tray em Marketplace

Cresce a participação de produtos Geeks no Mercado: Conheça a TOY SHOW

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Com um crescimento interessante e público selecionado e exigente, o mundo Geek – aquela galera que está plenamente ligado em tecnologia, computadores, internet e tem inteligência e conceitos superdesenvolvidos – têm saído da obscuridade e ganhado cada vez mais adeptos. Não é mais difícil encontrar pessoas que afirmam gostar de determinados personagens e filmes (como Star Wars, DC Comics, Marvel e Harry Potter), além de, estarem dispostos a comprar e pagar preços altos por produtos exclusivos e diferenciados como bonecos feitos em material especial e dedicados a material de colecionador.

Com o movimento Geek crescendo em todo o mundo na última década, as vendas no e-commerce desse tipo de produto acompanham o crescimento e tem motivos para comemorar: os jovens que não têm mais medo de comprar pela internet e estão cada vez mais interessados em produtos diferentes para suas coleções ou para o simples uso de seu dia a dia!

De olho nesse mercado e oferecendo produtos diferenciados e exclusivos, a ToyShow chegou para dominar esse mercado, com um crescimento impressionante de mais de 300% no ano de 2017, se comparado ao ano de 2016.

Victor, empreendedor responsável pela ideia conta que as coisas hoje, estão mais fáceis. Eles aprenderam a conhecer seu público e oferecer o que eles querem, mas que nem sempre foi assim e por isso, as vendas não atingiam as metas desejadas.

O começo de um negócio

Nascida em uma empresa de tecnologia, Victor, empreendedor por natureza conta que a criação da ToyShow em nada teve a ver com a empresa de treinamento e serviço que tinham, mas que ela foi um incentivo para o começo.

Com o sonho de ter um e-commerce, começou na internet com um site de compras coletivas que não deu tão certo quanto esperava, por isso encerrou suas atividades logo depois de inaugurar e voltou a pensar em qual ideia seria perfeita para seu negócio.

Vendo como as pessoas com quem trabalhava gostavam de personagens de histórias em quadrinho ou filmes de ficção, Victor começou a pesquisas sobre esse mercado e descobriu que, no Brasil, existiam pouquíssimas lojas que conseguiam vender esse tipo de produto para um público tão seleto e exigente.

O perfil do cliente da ToyShow, segundo o empreendedor, é de pessoas que estão dispostas a pagar um valor mais alto pelo produto, desde que ele identifique o valor não apenas monetário no produto. Por isso, todo cuidado com detalhes deve ser tomado para deixar o cliente o mais satisfeito possível.

Pensando nisso, Victor começou a procurar por seus fornecedores e dentro da empresa que já trabalhava, começou a startup ToyShow.

No começo, decidiu utilizar uma plataforma criada por eles, depois da terceira tentativa, percebeu que precisava de algo mais pronto e mais robusto para ter mais sucesso nas vendas. Depois de testar outras plataformas que não atenderam suas necessidades, Victor conheceu e contratou a Tray e a história de seu negócio começou a mudar.

Segundo Victor, graças a mudança na visão sobre seu negócio e a orientação do consultor corporativo Alan Félix e de toda a equipe corporativa da Tray, plano que ele havia contratado, ele conseguiu deixar seu negócio muito mais ordenado e assim, aumentar suas vendas, dando um salto em seu faturamento.

A escolha dos produtos e do público


Victor conta que quando começou a pensar em ter um e-commerce, não sabia exatamente o que vender e por isso, demorou certo tempo até abrir seu negócio e desenhar seu público.

Quando percebeu que seus clientes estavam dentro da empresa em que já era sócio, ele entendeu que deveria vender algo diferenciado, criado para aquele público. Ele sabia que apesar de interessante, o mundo geek ainda era pouco explorado no Brasil e que produtos diferenciados seriam a saída.

Assim começou o negócio. Após uma viagem aos Estados Unidos e de encontrar produtos dificilmente encontrados no mercado geek brasileiro, Victor decidiu que era isso que queria trazer aos apaixonados pelos artigos do país.

Diferente do que alguns empreendedores afirmam, Victor acredita que o e-commerce no Brasil ainda está engatinhando se comparado com outros países e por isso, para fazer algo diferente, ele tem se especializado muito trazendo ideias de fora e ainda, aprendendo na prática com relação ao mercado.

Quando falamos de produto, ele é categórico: 95% dos produtos da ToyShow é diferenciado e exclusivo! Mas nem sempre foi assim. No começo, ele buscava trazer coisas diferentes, masque outras lojas também poderiam ter, mas hoje, entendeu que para sobreviver nesse mercado, exclusivos é o diferencial de seu negócio e o que faz seu faturamento aumentar 3 vezes apenas em 2017.

Hoje, Victor defende que trabalhar com um público e conhece-lo perfeitamente bem auxilia qualquer loja em sua estratégia. Conhecendo seu público, a loja pode passar de apenas fornecedora de objetos de desejo, para uma loja que cria desejos de acordo com os seus produtos. Um exemplo disso é a cafeteira do Homem de Ferro que a empresa lançou recentemente.

Parceria e Fornecedores exclusivos

Montar um layout totalmente personalizado de acordo com as preferências e gostos do seu público e ainda, que valoriza-se a marca é algo que a ToyShow soube fazer bem, mas antes de tudo, foram necessárias algumas parcerias para esse crescimento, que aconteceu de acordo com o planejamento da empresa.

Victor conta que para chegar onde estão hoje, foi necessário a utilização de agências para elaboração de layouts, campanhas e estudo de mercado. Além disso, a busca de fornecedores que pudesse fornecer produtos diferenciados e exclusivos da ToyShow, como o conjunto de pratos do Harry Potter é outro produto com muito boa saída.

Victor afirma que a produção de itens exclusivos no Brasil faz com que o público saiba onde encontrar o que querem e que dão valor às suas coleções ou a decoração de sua casa, por exemplo. Por isso, o cliente da ToyShow se torna um cliente fiel e que sabe que ali, encontrará o que deseja.

Marketplace x Lojas Virtuais

A estratégia adotada pela ToyShow de não vender em Marketplaces não é unânime entre os vendedores de lojas virtuais.

Quando questionado o motivo de não venderem em Marketplace, Victor é categórico: “trabalho com um produto diferente e que é focado em um público diferenciado. Eles estão no Google, eles estão em e-mail marketing, até estão em Marketplace, mas não procurando o tipo de produto que vendemos”.

A estratégia de vender apenas em loja virtual, onde 100% da receita da ToyShow vem, começou depois da entrada da loja na plataforma da Tray – mesmo assim, antes, eles não vendiam em Marketplace, mas tinham uma queda por tentar.

Victor afirma que é necessário conhecer muito bem o público que se quer vender e estar presente nos lugares que eles estão.

Segundo o empreendedor, em outros segmentos ou até outro tipo de público, o Marketplace pode ajudar no aumento de vendas e faturamento, mas no caso da ToyShow, iria ao contrário de seus interesses e estratégias de Marketing, montados pela equipe que opera internamente na empresa.

Porém, ao contrário do que pode parecer, Victor não se coloca indiferente ao Marketplace e até acredita que para empresas que queiram e se dedicam unicamente aos Marketplaces, as vendas nesse canal podem dar certo, porém, ele deixa bem claro: a empresa tem que ter uma estratégia montada para isso e tem que saber qual objetivo quer atingir com os Marketplaces. Simplesmente colocar para vender lá apenas para ter número de vendas é um grande engano. Os objetivos têm de ser bem traçados e colocados em prática!

O futuro do e-commerce

Victor acredita que o mundo dos Marketplaces ainda vai mudar muito. Segundo ele, a Amazon ainda não mostrou todo o seu poder na América Latina. Ele acredita que a empresa aguarda o momento certo e espera para ver se o Brasil é o país certo para tais investimentos, assim como foi feito em seu país de origem, os Estados Unidos.

O empreendedor acredita que a partir do momento que a Amazon quiser ganhar mercado, nenhum outro Marketplace terá forças para lutar contra ela, mas que até lá, esses canais continuarão praticando taxas, que ele considera abusivas.

Com relação às lojas virtuais, Victor acha que lojas menores e que não estiverem preparadas vão começar a cair e que apenas lojas fortes sobreviverão.

Até mesmo lojas grandes, ele acredita que se não se reinventarem e encontrarem uma maneira de fazer diferente, não conseguirão se manter no mercado, dando lugar para lojas mais bem preparadas, que terão um crescimento espetacular.

Esse é Victor, um dos empreendedores mais visionários da Tray! Essa é a ToyShow, um dos grandes cases de sucesso da Tray.

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