Conheça 9 tipos de e-commerce e entenda a diferença entre eles

Com um faturamento de mais de 44 bilhões de reais e um incremento de 7,4% em relação a 2015, o e-commerce demonstra que é um dos mercados de maior êxito no cenário nacional. Mas você sabia que existem vários tipos de e-commerce? É isso mesmo!

Quando pensamos em venda online, normalmente nos limitados ao tradicional Business to Consumer (B2C), mas a verdade é que existem outros formatos de vendas pela internet que podem ser bastante atrativos para quem está pensando em empreender em novos nichos. Que tal conhecer algumas possibilidades?

1. B2C

O Business to Consumer é o formato de vendas online que mais cresce. E você pode vender para o consumidor final produzindo seus produtos ou comprando mercadorias prontas de fornecedores. Nesse contexto, além de o processo decisório ser mais rápido, as possibilidades de mercado são bem amplas — você pode vender roupas, eletrodomésticos, brinquedos, livros, entre diversas outras opções.

Mas atenção: ao mesmo tempo em que o mercado é amplo, a concorrência também é mais acirrada. Por isso, sua precificação tem que ser bastante competitiva, bem como seus diferenciais devem estar em destaque para que a loja tenha sucesso.

2. B2B

O Business to Business (B2B) é um tipo de e-commerce que tem crescido muito nos últimos, consolidando-se como uma tendência a ser aproveitada. Trata-se de vender produtos para outras empresas. Artigos de papelaria, móveis de escritório, equipamentos de proteção individual e uniformes são alguns dos itens vendidos por essas lojas virtuais.

A grande vantagem é que você geralmente vende em grandes volumes, o que aumenta seu faturamento. Por outro lado, não só as exigências são maiores na hora do atendimento como a tomada de decisão é mais complexa, tendo em vista que há mais pessoas envolvidas na escolha de qualquer fornecedor e na aprovação dos orçamentos.

Para se destacar nesse mercado, você precisa basicamente de um estoque reforçado e uma ótima capacidade de entrega, agilizando o máximo possível a questão do frete. Anote aí: a velocidade do setor logístico é fundamental para garantir a satisfação dos clientes corporativos.

3. C2C

Bastante explorado por pessoas físicas sem fins comerciais diretos, o Consumer to Consumer (C2C) é mais um dos tipos de e-commerce passíveis de serem explorados. Nele, uma pessoa física pode vender para outras pessoas físicas, gerando receita a partir de produtos fabricados em casa, por exemplo.

Artesãos, cozinheiros, crocheteiros e revendedores de cosméticos encontram aqui ótimas oportunidades. Existem inclusive marketplaces que aceitam esses vendedores para ajudá-los a alcançar públicos maiores, gerando uma nova fonte de renda para quem precisa melhorar o orçamento.

4. C2B

Existe ainda a possibilidade de um consumidor vender algum tipo de produto a empresas, como no caso de fotógrafos, redatores freelancer, web designers, entre outros. Essa modalidade é chamada de Consumer to Business (C2B).

Imaginemos que o vendedor (consumidor) é um fotógrafo. Nesse caso, ele disponibiliza seu produto final em uma plataforma de vendas on-line e a empresa que faz o download paga pelos direitos de uso da imagem. Essa modalidade ainda é pouco explorada, mas a tendência é que cresça nos próximos anos com o aumento do número de empreendedores individuais no mercado.

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5. B2A

Business to Administration (B2A) é um dos tipos de e-commerce menos conhecidos, mas com grandes oportunidades de receita. O formato de trabalho consiste em vender produtos para a administração pública — ou seja, o governo.

Aqui entram questões legais que você precisa saber, como a necessidade de participar de licitações públicas e ter sua Certidão Negativa de Débito (CND) em dia. Isso quer dizer que você não pode dever impostos ao governo para se tornar seu fornecedor, devendo fazer o recolhimento de todas as taxas e tributos direitinho, inclusive os trabalhistas.

Na prática, a participação em concorrências públicas costuma ser bastante interessante, proporcionando novos aprendizados a cada edital lançado. Depois de um certo tempo, adquirindo mais e mais know-how, você fica craque em ganhar esse tipo de contrato! Lembre-se: essas transações normalmente são de longa duração e oferecem remunerações atrativas.

6. M-commerce

A modalidade de vendas online que mais cresceu nos últimos anos é o mobile commerce. Como hoje em dia as pessoas têm seus celulares sempre à mão, o hábito de usá-los para pesquisar e comprar produtos vem se consolidando em todas as faixas etárias.

Uma forma de maximizar as vendas no m-commerce é desenvolver um aplicativo próprio, que o usuário possa baixar e usar quando quiser. Com isso, além de facilitar a busca dos clientes, você consegue coletar dados comportamentais dos consumidores e usá-los para melhorar suas estratégias de marketing e vendas. Também fica mais fácil enviar notificações, fazer ofertas e lançar promoções personalizadas para seu público.

7. P2P

O Peer to Peer (P2P) é um tipo de e-commerce que passa despercebido pela maioria dos comerciantes. Trata-se de compartilhar documentos, imagens e vídeos, entre outros recursos, por meio de plataformas como o 4Shared, por exemplo. Você pode monetizar esse tipo de ação cobrando mensalidades dos usuários ou pagamentos pontuais pelo material acessado.

8. S-commerce

No social commerce, todo o potencial das redes sociais é usado para maximizar as vendas. O lojista pode recrutar representantes independentes para que promovam os produtos e vendam para suas redes de contato, ganhando uma comissão. Dessa maneira, os gastos com publicidade e pessoal diminuem, ao mesmo tempo em que a capacidade de atingir o público certo aumenta.

9. T-commerce

Novidade no Brasil, o T-commerce consiste em aliar o melhor da Smart TV com as vendas online. Funciona assim: enquanto o telespectador assiste a um programa, anúncios são exibidos na tela. Caso ele tenha interesse no produto, basta acessar o anúncio e concluir a compra por ali mesmo!

E vale ficar atento, porque, quando a TV digital estiver bastante difundida, esse deve ser um dos tipos de e-commerce de maior sucesso. Afinal de contas, o T-commerce reúne o melhor de 2 mundos: a atratividade da televisão com as inúmeras possibilidades da internet!

Como você pode ver, possibilidades não faltam para quem quer vender pela internet. Tudo o que você tem a fazer é escolher um ou mais tipos de e-commerce e investir no futuro do seu negócio! Falando nisso, temos uma dica adicional que você não pode perder: que tal abrir franquias virtuais? Saiba mais neste post exclusivo sobre o assunto!

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