Como criar uma loja virtual – Guia Completo para você abrir seu site de vendas

Mesmo em um momento conturbado da economia brasileira, o e-commerce vem crescendo significativamente nos últimos anos. Só em 2019, o modelo apresentou […]

Mesmo em um momento conturbado da economia brasileira, o e-commerce vem crescendo significativamente nos últimos anos. Só em 2019, o modelo apresentou um crescimento de 22,7% e movimentou mais de 75 bilhões de reais em relação a 2018. Se você está pensando em entrar para esse mundo, mas não tem ideia de como criar uma loja virtual, precisa conferir este artigo agora mesmo!

Antes de começarmos, tenha em mente que atuar no mercado de e-commerce não é uma tarefa fácil. Criar a sua loja online é apenas o primeiro passo da jornada, então, esteja preparado para dedicar tempo e recursos para aumentar as suas chances de ter sucesso na internet. Continue a leitura e saiba mais.

Como criar uma loja virtual, passo a passo?

Falaremos mais detalhadamente sobre todos esses itens neste artigo, mas, de modo geral, para criar uma loja virtual você precisará:

  1. escolher sua plataforma;
  2. escolher o nome da sua loja;
  3. registrar um domínio;
  4. instalar o SSL (certificado de segurança);
  5. escolher um intermediador de pagamento (para receber pagamentos online);
  6. cadastrar os seus produtos (manualmente ou usando um ERP, caso já utilize algum serviço).

Fazendo essas seis coisas, você terá a sua loja virtual no ar. No entanto, para manter a sua operação, é importante também pensar em:

  • fornecedores;
  • estratégia de vendas;
  • logística;
  • planejamento financeiro;
  • divulgação da sua loja.

Utilize nosso checklist e descubra se você está pronto para começar o seu negócio online. A seguir, conheça mais detalhadamente cada um dos pré-requisitos.

Plataforma de E-commerce

Plataformas de e-commerce são sistemas que você pode usar para criar a sua loja virtual. Existem centenas de opções, mas as mais comuns são aquelas onde você paga uma mensalidade e pode criar uma loja virtual completa sem precisar saber nada de programação, usando apenas a tecnologia da plataforma.

Existem também as plataformas de código aberto, em que você faz o download do código e instala em um servidor de hospedagem. Alguns exemplos são Woocommerce e Magento.

Antes de tomar a sua decisão, avalie bem as opções e lembre-se que uma boa plataforma pode ajudar você de diversas maneiras com integrações ERPs, meios de pagamento online, e-mail marketing, integração com marketplaces, suporte técnico, entre outras coisas. Falaremos mais detalhadamente sobre isso abaixo.

Domínio

Domínio é o endereço pelo qual as pessoas podem acessar a sua loja. Ter um domínio próprio é extremamente importante para a sua loja virtual, já que ela ficará conhecida principalmente por seu endereço.

Preciso ter CNPJ para ter uma loja virtual?

Tecnicamente, não! Você pode começar uma loja e vender os seus produtos na internet sem ter um CNPJ. No entanto, não conseguirá gerar nota fiscais para os produtos vendidos, pois toda transação comercial de compra e venda requer a emissão de uma nota fiscal — e, para fazer isso, é necessário um CNPJ.

Nesse caso, sem ele, tudo o que você vender na internet deverá ser declarado no seu Imposto de Renda, o que pode ser um problema. Além disso, o CNPJ adiciona profissionalismo ao seu negócio.

Pelos motivos listados acima, recomendamos que você tire o CNPJ antes de criar a sua loja. Com o surgimento do Microempreendedor Individual, você pode criar um CNPJ facilmente: as taxas são baixas e o processo é simples.

Atualmente, a taxa mensal para ser MEI é de aproximadamente R$ 56,00, e a única limitação é a de que a sua empresa fature, no máximo, R$ 60.000,00 por ano — valor mais do que o suficiente para quem está começando no mercado online.

Para saber mais sobre o MEI e formalizar o seu negócio, clique aqui.

Quais fatores merecem atenção especial na hora de abrir a loja?

Planejamento financeiro

Se você começar a sua loja virtual com um bom planejamento financeiro, é possível reduzir drasticamente as suas chances de fracassar. Por mais incrível que pareça, boa parte dos empreendedores pula essa parte do processo. No entanto, não exagere no começo: um planejamento financeiro simples já é o suficiente para você garantir bons resultados.

É possível fazer um planejamento de maneira simples usando o Excel ou, até mesmo, as planilhas do Google Docs. Separe todos os seus custos e levante qual é a porcentagem que representa o ticket médio dos seus produtos.

Na imagem abaixo, é possível um exemplo. Os números são fictícios e podem ser preenchidos de acordo com a sua realidade. Fique à vontade para retirar ou incluir novas linhas de custos.

Planejamento financeiro loja virtual

Exemplo de planejamento financeiro de uma loja virtual.

Curtiu a planilha? Faça o download dela aqui.

Esse exemplo é algo simples, nada comparado a um plano de negócios. A ideia é ter acesso aos custos e começar a fazer contas. Não deixe que ninguém faça isso por você.

Sistemas de pagamento online

Facilitar a vida do seu cliente deve ser uma das prioridades, e, para fazer isso, um dos fatores mais importantes é a finalização da compra. Quanto mais opções o seu cliente tiver, melhor. Por essa razão, você deve aceitar o maior número possível de bandeiras de cartões de crédito, além do boleto bancário e transferência direta, que são quase uma obrigação.

Além disso, muitas vendas nas lojas virtuais podem ser fraudulentas. E, como ficou claro na planilha de planejamento financeiro mostrada neste conteúdo, qualquer percentual é decisivo para o sucesso do seu negócio.

Ao contrário de uma loja física, onde as pessoas presencialmente passam o cartão de crédito e colocam as suas senhas, dificultando qualquer tipo de fraude, isso não acontece nas lojas virtuais, onde os compradores utilizam o cartão e não é solicitado nenhum tipo de senha.

Por esse motivo, a ferramenta de análise de risco se torna indispensável para ter uma loja virtual. Caso ocorra alguma fraude, ou mesmo o chargeback, o lojista será responsabilizado e terá que estornar o valor da compra.

O que é um chargeback: é a reversão de uma venda feita por meio de um cartão de débito ou crédito, que pode acontecer por dois motivos:

  1. não reconhecimento da compra por parte do titular do cartão;
  2. transação não obedece às regulamentações previstas nos termos firmados com a empresa administradora de cartão.

O cenário mais comum é quando o fraudador, com os dados de cartão de outra pessoa, realiza uma compra. A vítima solicita o chargeback e o vendedor fica com o estorno e o prejuízo da mercadoria entregue. A realidade é que a administradora não garante transação alguma nas vendas efetuadas na internet, ficando a cargo do lojista todos os riscos.

Mas calma! Atualmente, temos ferramentas que garantem que você não corra esse risco. A partir daí, será preciso tomar mais uma decisão entre ter um intermediador de pagamentos ou meios próprios. Vamos entender esses dois modelos!

Meios próprios

Nesse modelo, o vendedor faz contratos individuais com cada solução de pagamento, e a ferramenta de análise de risco assume todos os riscos da operação, negociando diretamente os prazos com os gateways de cartões de crédito, bancos para gerar boleto e bancos para débito e transferência online direta.

Para grandes lojistas, essa opção pode ser mais em conta, já que você acaba pagando uma taxa menor por cada venda realizada.

Entre as empresas que prestam esse serviço de gateway, estão: Cielo (Visa, Master, Elo, Amex, Diners), Rede (Visa, Master, Amex, Diners, Hiper, Hipercard) e Stone (Visa e Master). Para boleto e transferência direta, você deverá contratar os bancos de sua preferência e da preferência de seus clientes.

Intermediador de pagamentos

É uma solução em que o vendedor não precisa das operadoras de cartão ou bancos. Nesse modelo, quem recebe o dinheiro é o intermediador, responsável pelo risco da transação e pelo repasse à loja virtual, conforme as suas regras.

Pequenos e médios lojistas acabam optando por essa opção, já que ela facilita muito a vida de quem quer vender sem maiores preocupações e com menos burocracia. Usando meios próprios, você precisaria fazer um contrato com cada meio de pagamento, além de, é claro, contratar um serviço de análise de risco de venda.

Quando você usa um intermediador de pagamento, só precisa assinar um contrato com esse intermediador e ele cuida do resto. Questão de segurança para seu negócio e seu cliente.

Tecnologias de Segurança

Acredite: os seus clientes não estarão dispostos a fornecer dados sensíveis (como informações bancárias e pessoais) se não sentirem que a loja pode garantir sua segurança.

Por isso, é muito importante que você adote uma política de privacidade e segurança, garantindo ao comprador que ele pode realizar as suas transações no site com toda a tranquilidade. Nesse contexto, podemos adiantar que existem 2 tipos de tecnologia fundamentais para o seu e-commerce. Confira!

Secure Socket Layer (SSL)

O SSL é um certificado que protege os dados fornecidos pelo usuário no cadastro e no pagamento, impedindo que um possível invasor intercepte tais informações. Ele é identificado na página de sua loja pela imagem de um pequeno cadeado no canto inferior da tela, mostrando ao cliente que o endereço é seguro.

Scan de aplicação e IP

Essa ferramenta rastreia o seu site em busca de vulnerabilidades, e, ao localizar possíveis ameaças, informa aos responsáveis, para que sejam realizadas as devidas correções.

Aspectos Legais – Lei do E-commerce

Em março de 2013, entrou em vigor o Decreto Federal nº 7.962, mais conhecido como Lei do E-commerce, que regulamenta e dispõem sobre a contratação de comércio eletrônico no Brasil. O decreto é extenso e pode ser lido aqui. Neste artigo, apresentaremos apenas os pontos mais importantes a respeito da lei.

A lei oficializou aquilo que as boas lojas já faziam. Basicamente, em sua loja virtual, você precisará:

  • deixar claro para os seus visitantes quais são as suas informações de contato: endereço físico, endereços eletrônicos, Razão Social, CNPJ e telefone;
  • descrever em detalhes o produto vendido: descrição, descrição técnica, tamanho, cores, peso, entre outros. Isso significa que você deverá facilitar ao máximo a escolha do usuário, dando-lhe o máximo de informações possíveis sobre o produto vendido;
  • disponibilizar ao usuário um meio de contato eletrônico, seja ele e-mail ou chat;
  • antes da conclusão do negócio, é preciso mostrar ao usuário um resumo da compra, com informações sobre o produto escolhido, preço e pagamento;
  • entregar ao usuário dados para acompanhamento. É preciso enviar um e-mail para o comprador com informações gerais sobre a compra e o código de rastreamento do pedido;
  • trocar os produtos para o cliente sem cobrar nada. O cliente terá sete dias para se arrepender da compra após o recebimento do pedido. Caso isso aconteça, você deverá arcar com os custos da troca ou devolução.

Como escolher um nicho para criar a loja virtual?

Nesse ponto do artigo, você já deve saber o suficiente para criar a sua loja. Agora, chegou a hora de decidir uma das coisas mais importantes para o sucesso do seu negócio: em que mercado vai atuar?

Se você é um pequeno ou médio vendedor, pode ter certeza que não vai conseguir competir no preço com os grandes varejistas — que conseguem valores especiais em grandes compras. Por essa razão, é importante que escolha bem o seu nicho de atuação e procure entrar em um mercado em que possa criar valor para os seus consumidores, além do preço baixo.

Uma boa regra para escolha do nicho é: você deve conhecer bem os produtos e devem existir pessoas interessadas em comprá-los.

Por exemplo, se você é um grande fã de esqui, e, por isso, decide começar uma loja virtual de produtos para praticantes de esqui no Brasil, é bem provável que a sua loja não tenha clientes, já que não existem praticantes da modalidade no Brasil.

Por outro lado, se você é apaixonado por ciclismo e deseja abrir uma loja nesse setor, a ideia pode dar certo. Afinal, como você conhece a área, pode adicionar valor aos seus clientes, não só com o catálogo de produtos amplo e preços baixos, mas também com a adição de informações relevantes para os compradores, como o tipo de coroa, um quadro específico ou as bicicletas mais indicadas para cada tipo de pessoa e situação.

Existem milhares de possibilidades, mas seguindo essas dicas, você já tem uma base para começar a escolher o seu nicho. Já escrevemos bastante sobre isso aqui na Escola, vale a pena dedicar algumas horas pensando sobre o assunto.

Quais as melhores formas de divulgação?

Sabe aquela história de que a propaganda é a alma do negócio? Pois é, isso também vale para a sua loja virtual, independentemente do tamanho e do segmento. Só tem um detalhe: o que vai garantir o sucesso do negócio é mais do que a mera propaganda, mas, sim, toda a sua estratégia de marketing. É aí que entra o marketing digital, para gerar mais vendas e promover uma melhor integração com o público.

Algumas estratégias digitais (como links patrocinados, e-mail marketing e mídias sociais) podem ser iniciadas com o propósito de converter visitantes em potenciais clientes. Conheça algumas soluções a seguir!

Blog

Se você vende bijuterias, por exemplo, que tal criar um blog com conteúdo interessante, mostrando dicas de como usar esses acessórios e outras informações relevantes para o público-alvo? O blog é uma estratégia bastante eficaz para atrair novos visitantes para o site.

Só tenha atenção com a qualidade dos conteúdos, pois isso será determinante para que o interessado busque mais informações e, eventualmente, vire cliente da marca.

E-mail marketing

Quando um visitante fizer um cadastro no site, envie e-mails com ofertas e informações sobre os produtos que tenham despertado o interesse dele na loja.

Ter um banco de dados atualizado com as informações dos clientes permite que você mantenha um bom relacionamento com eles, podendo incentivar futuras compras para fazer com que o e-commerce cresça.

Redes sociais

Sem dúvida, as redes sociais são atualmente o melhor canal de vendas online. Nelas, você pode apostar em anúncios pagos e/ou posts menores, com uma linguagem informal e, ao mesmo tempo, informativa, propondo que o cliente interaja com a marca e também conheça mais sobre os seus produtos ou segmento.

É possível publicar links para conteúdos do blog, aumentando o tráfego para o site, ao mesmo tempo em que qualifica os contatos.

SEO

A otimização para mecanismos de busca é o que permite que um site apareça na primeira página de resultados do Google ou de outros buscadores. Para o e-commerce, um bom posicionamento é essencial para aumentar o tráfego do site, atrair potenciais clientes e qualificar o público, aumentando as oportunidades de venda.

Antes mesmo de escolher o nome da sua loja, você já pode começar a bolar uma estratégia de SEO. Por exemplo, vamos dizer que decidiu criar uma loja que vai vender Action Figures no Brasil.

Você pode colocar a palavra-chave “Action Figures” no nome da sua loja e, posteriormente, registrar um domínio com a palavra no endereço (como, actionfigures.example.com). Isso aumenta as chances de o Google mostrar a sua loja para a busca de “Action Figures”.

Além disso, preste atenção na hora de cadastrar os produtos na sua loja: use nomes descritivos e descrições completas que facilitam a vida do usuário. Combinando essas duas coisas, você já está no caminho certo para ter os seus produtos bem ranqueados na pesquisa do Google.

Outra prática indicada é fazer parcerias com outros blogs e lojas, inserindo o link do site em outras páginas. Essa é uma forma eficaz de aumentar o fluxo de visitas no e-commerce, atrair um público mais qualificado e melhorar a relevância do site. Por fim, apostar em vídeos explicativos também é uma ótima forma de passar confiança ao consumidor.

Quer testar o SEO da sua loja virtual? Clique aqui e acesse a nossa ferramenta gratuita de análise de SEO para lojas virtuais.

Links patrocinados

Estratégia importante quando se trata de e-commerce, os links patrocinados possibilitam exibir anúncios dos produtos diretamente nos resultados de busca do Google. Também é possível investir em uma solução de remarketing. Assim, quando o usuário acessa determinado produto do site, outras sugestões são exibidas em outros sites e nas redes sociais que ele acessar.

Além do mais, com a expansão do uso dos smartphones para realizar compras online, é fundamental que a loja virtual tenha um layout responsivo e intuitivo, facilitando a navegação em todos os dispositivos. E, por fim, não se esqueça de que não basta só criar uma loja virtual. É preciso atualizar regularmente o visual da página, apresentando imagens de qualidade e com muitos detalhes.

Quer mais? Veja nosso artigo sobre com mais dicas para você divulgar a sua loja.

Qual é a importância do atendimento de qualidade?

Entenda que criar uma boa estratégia de marketing e não oferecer um atendimento exemplar é como abrir uma loja física e não ter funcionários para atender. Principalmente com a possibilidade de uso da internet para se relacionar com o cliente, algumas opções de atendimento se tornaram mais comuns. Veja em que alternativas você deve focar!

SAC 2.0

O SAC 2.0 envolve o uso de múltiplos canais para realizar o atendimento ao cliente — como telefone, e-mail, redes sociais, chat online e outros. É importante, entretanto, que todos os canais sejam integrados. Dedique atenção especial ao SAC, garantindo que o cliente possa tirar as suas dúvidas com o máximo de rapidez.

Além disso, sabia que uma das tendências do momento é oferecer um atendimento personalizado e em tempo real? Que tal trazer essa prática para o seu e-commerce?

Não se esqueça: ainda que a sua loja virtual esteja apenas começando, é indispensável investir em uma boa ferramenta de atendimento, que o ajude a gerenciar as informações, acompanhando cada contato e facilitando a resolução de problemas.

Linguagem

Um aspecto importante para fazer qualquer atendimento via internet é garantir que todos os canais tenham uma linguagem única, definida de acordo com as características identificadas no público-alvo. Só não pode perder a personalização de cada atendimento, combinado?

Fidelização

Também é por meio de um atendimento qualificado aos clientes que é possível fidelizá-los. Essa fidelização aumenta significativamente as possibilidades de o consumidor fazer compras futuras, mantendo-o ativo na base de dados, seja por meio de e-mails, redes sociais ou outras formas de relacionamento.

Design e identidade

O design adotado pela loja virtual deve ser uma extensão da identidade da marca. Assim, se o logotipo é azul e vermelho, essas cores também devem estar presentes no design do site, mesmo que em outros tons.

Essa prática ajuda a fixar a identidade visual, fazendo com que o consumidor, ao se deparar com determinados traços e cores, faça uma associação com a marca. Outros aspectos importantes do design são:

  • ser responsivo;
  • facilitar o acesso a informações importantes do site, como contato e preços;
  • apresentar os produtos de forma mais interessante e atrativa;
  • focar na navegabilidade;
  • evitar abusar de propagandas, como pop-ups.

Tomando tais cuidados, a sua loja automaticamente se torna mais atrativa para o consumidor, sem perder aspectos relevantes de navegabilidade e praticidade.

E as questões logísticas, como funcionam?

Os aspectos logísticos da loja virtual podem garantir não só a satisfação do cliente, mas também uma operacionalização mais fácil para o empreendedor. A verdade é que, por mais que a entrega do produto seja o momento mais esperado pelo cliente, essa etapa pode se transformar em motivo de dor de cabeça para muitas empresas.

Por isso, todo cuidado é pouco no momento de escolher a sua logística. Algumas opções de entrega que facilitam a logística são:

  • Correios: é a opção mais viável para quem está começando, mas impõe um limite de dimensões e de peso dos envios, sendo indicado apenas quando o volume de vendas ainda é baixo e as dimensões do produto comercializado são pequenas;
  • transportadora: além de essa opção não oferecer limitações relacionadas ao peso e às dimensões da mercadoria, o risco de greve é reduzido, mas o custo pode não valer a pena para operações menores.

Pesquise as vantagens de cada opção e escolha aquela que melhor se adapta ao seu negócio. Para evitar reclamações, fique atento também ao estoque, cuidando para que os produtos divulgados no site estejam sempre disponíveis para entrega.

Existem ainda operadores logísticos, que são empresas especializadas que se responsabilizam por toda a parte logística do seu negócio. No entanto, essa solução é mais indicada quando a loja virtual atinge certa estabilidade e volume de vendas.

Como fazer a migração de plataforma?

Já tem uma loja virtual e deseja fazer a migração? Confira os maiores desafios e tudo o que você precisa saber para migrar seu e-commerce com segurança!

Quais são os motivos para montar a sua própria loja virtual?

Se você já se perguntou os motivos pelos quais deveria montar a sua própria loja virtual, a resposta é simples: devido ao crescimento significativo do setor de compras online e ao baixo custo do negócio.

Uma loja virtual pode alcançar inúmeros clientes novos. Nela, você pode vender serviços e produtos às pessoas que estão procurando aquilo que você oferece. Nesse caso, a exposição na internet permite o crescimento nas vendas e maiores ganhos para a sua marca, mesmo que a loja física proporcione bons resultados.

De modo geral, existe público para todos os segmentos de mercado na internet, e você não precisa se preocupar se o negócio é novo, pequeno ou pouco conhecido. O ideal é apostar em uma loja virtual completa, atrativa e otimizada.

Pesquisas mostram que a maioria dos consumidores busca informações online antes de comprar em lojas físicas, mesmo que não efetuem a compra nas lojas virtuais. Por isso, marque a sua presença na internet e mostre que você está ali.

Quais as diferenças da loja virtual para a loja física e o marketplace?

A loja física ainda é o tipo mais comum de comércio. Ela pode ser montada tanto em um grande centro quanto em um pequeno bairro, e, nos dois casos, o empreendedor pode ter bons resultados, desde que saiba realizar uma boa gestão do negócio.

No entanto, para abrir uma loja física, é necessário um alto investimento com infraestrutura, o que não é preciso na loja virtual. Os custos da loja virtual consistem basicamente na contratação da plataforma e no envio de produtos.

Porém, semelhante à loja física, a virtual exige dedicação, tempo, conteúdo e conhecimento. É necessário entender como o seu público-alvo pensa e quais são as suas demandas, a fim de oferecer personalidade e exclusividade.

Cabe ressaltar que o negócio virtual proporciona diversas vantagens, como atendimento 24 horas, vendas para diversas localidades, menor gasto com infraestrutura, acompanhamento constante das métricas e melhor comunicação com os consumidores.

os marketplaces funcionam como shoppings virtuais, em que vários vendedores estão reunidos para anunciar os seus produtos em um só local. O Mercado Livre e a Amazon são grandes exemplos de players desse mercado.

A infraestrutura do marketplace vem pronta e as vendas são mais fáceis: basta realizar um cadastro, anunciar os seus produtos (de graça ou por uma taxa para aumentar a visualização da plataforma) e esperar os consumidores comprarem.

No entanto, se você deseja mais profissionalismo e acredita no seu negócio, o ideal é pensar em uma estrutura própria, seja ela física ou virtual.

Tem dúvidas antes de criar uma loja? Esclareça agora mesmo!

Se depois de ler o nosso guia ainda restaram algumas dúvidas, calma! Nós esclareceremos tudo para você. Veja, a seguir, as respostas para as dúvidas mais frequentes de quem está entrando no mundo do e-commerce!

Como é feito o cadastro dos produtos?

A maioria das ferramentas de uma loja virtual oferece toda a estrutura para você montar e personalizar seu negócio. Só é necessário criar categorias e cadastrar seus produtos. Dessa forma, você mesmo consegue inserir facilmente os produtos no sistema e organizá-los em categorias.

Como planejar a logística?

Tão importante quanto ter um produto de qualidade com um preço competitivo é garantir que ele chegue ao cliente em perfeito estado, dentro do prazo e por um bom valor. Como dito anteriormente, existem duas opções: Correios e transportadoras.

Os Correios, apesar de terem ótimos serviços e atenderem a grande parte das necessidades de quem vende pela internet, apresentam limitações em alguns serviços oferecidos com relação às regiões, tamanhos e pesos. Por isso, o ideal é conhecer todos os limites e buscar alternativas que atendam à demanda da sua loja, como as transportadoras ou empresas de logística.

Como criar uma identidade?

Uma página bonita, intuitiva e responsiva é essencial para garantir um diferencial entre os concorrentes na internet. Em tempos em que os consumidores têm acesso à sua loja a partir de celulares, tablets e computadores, é importante que o layout se encaixe bem a todos esses meios, para garantir uma melhor experiência.

O que devo me atentar em relação à lei?

Como dito, a Lei do E-commerce determina os requisitos básicos de uma loja virtual. Por isso, é necessário cumprir rigorosamente a lei e estar atento, sobretudo, à disponibilidade e clareza das informações, ao suporte ao cliente e ao direito de arrependimento, isto é, a devolução do produto em situações específicas e dentro do prazo estabelecido. Esses são os aspectos que comumente causam transtornos nas vendas.

Como oferecer um atendimento exclusivo?

É possível oferecer um atendimento diferenciado e de qualidade, que proporcione uma experiência positiva ao cliente desde antes de sua compra ter sido concluída respondendo às perguntas e dúvidas deixadas no site. Pode investir, também, em uma entrega rápida de compras e prestar um suporte eficiente no pós-venda.

Como realizar parcerias?

Realizar parcerias é uma excelente alternativa para quem quer começar uma loja virtual e não quer ter preocupação ou não tem capital para abrir formalmente uma empresa. O dono da loja é responsável por fazer todo o processo de divulgação, atendimento e venda, e, assim que a venda for realizada, ele comunica o fornecedor que faz o faturamento e o envio da mercadoria diretamente para o cliente.

Além disso, como a etapa de criação da loja apresenta muitos detalhes e um planejamento consistente, você pode contratar uma empresa especializada nesse ramo, que tenha diversos recursos que garantam destaque ao seu negócio!

Como controlar o fluxo de vendas?

O uso de um sistema ERP (Enterprise Resource Planning) é indispensável para o controle de faturamentos, entregas e trocas de forma organizada, o que torna o e-commerce mais ágil e eficiente. Ele é responsável por controlar o fluxo de vendas e estoque, administrar os pagamentos, analisar as metas e o desempenho do negócio, armazenar dados e emitir obrigações fiscais.

Conclusão

A escolha da plataforma é determinante para o bom funcionamento de qualquer loja virtual. Afinal, é a partir dela que você vai definir como será o seu layout e a integração com outras ferramentas, garantindo uma boa experiência do cliente na sua página e facilitando o seu trabalho como administrador do negócio.

No entanto, escolher a plataforma é apenas o primeiro passo da sua jornada no mundo do e-commerce, já que você não quer simplesmente criar uma loja de enfeite que não vende nada. Por isso, esteja atento aos detalhes e já comece a sua loja pensando em como e para quem vender os seus produtos, siga corretamente o seu planejamento estratégico e tenha paciência. Afinal, o sucesso do seu negócio virá a longo prazo!

Cabe reforçar que melhorar o seu conhecimento a respeito do assunto é importantíssimo para fazer o seu negócio dar certo. Isso porque o mercado digital está em constante transformação, e se você não seguir as inovações, certamente, perderá muitos clientes. Lembre-se que ter uma loja virtual de sucesso não é uma tarefa fácil — porém, com determinação e foco, é possível chegar lá.

Por fim, agora que você já sabe como criar uma loja virtual, não espere mais, comece a planejá-la o quanto antes!

Gostou do nosso conteúdo? Então, aproveite a visita no blog e entenda as principais diferenças entre loja virtual, loja física e marketplace. Leia agora mesmo o nosso artigo e fique por dentro do assunto!

Assista ao Escola Responde e veja mais dicas sobre como começar uma loja virtual:

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