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As 5 maiores tendências entre os e-commerces brasileiros

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Para se lançar no universo das lojas virtuais com mais segurança e eficácia, é preciso investir em pesquisa. E não estamos falando só de pesquisa de público-alvo e mix de produtos, viu? Também é importante nessa etapa conhecer as maiores tendências entre os e-commerces!

Já parou para pensar que uma grande vantagem de entrar posteriormente no mercado digital é poder avaliar experiências de outras lojas, filtrando aquelas práticas que geraram melhores resultados e pensando em soluções para as que provaram precisar de algum tipo de otimização?

Esse conhecimento prévio não só gera mais segurança como efetivamente reduz os riscos do investimento. Então o que ainda está esperando para começar essa pesquisa? Com o intuito de facilitar essa jornada, trouxemos aqui 5 tendências entre os e-commerces brasileiros que certamente gerarão muitos insights para você. Confira!

1. Entrada de grandes lojas no mercado online

Por mais que já sejam muitas as grandes lojas que escolheram migrar do mercado físico para o online, essa tendência ainda promete surgir com mais força e novos contornos daqui para frente. É o caso, por exemplo, da Riachuelo. Esse grande player do mercado só inaugurou o e-commerce da marca em abril de 2017, após várias lojas já terem concluído esse movimento. O investimento necessário foi de 28 milhões de reais e, na abertura, eram 15 mil os itens para venda.

O alto valor investido se justifica pela intenção da loja de ter um e-commerce totalmente integrado com a loja física. Assim, os clientes podem realizar trocas na loja física mesmo tendo comprado pela internet, por exemplo. De acordo com uma nota divulgada pela própria marca, entrar no mercado online depois de muitos concorrentes permitiu analisar melhor o que deu certo.

Esse tipo de operação também é possível para médias empresas, só exigindo uma plataforma de e-commerce que viabilize a integração com a loja física. Os custos desse investimento podem ser bem acessíveis e gerar ótimos resultados! A atuação voltada a nichos e uma boa experiência do usuário são possibilidades para desenvolver uma estratégia competitiva e se destacar no mercado, mesmo competindo com grandes players.

2. Disseminação do marketplace entre pequenos lojistas

Outra tendência entre e-commerces é o marketplace. Nesse modelo de negócio, pequenos e médios comerciantes têm a chance de divulgar seus produtos em grandes redes — como Carrefour, Submarino e Americanas. A ideia é que o lojista alcance mais visibilidade para o negócio com uma alternativa de baixo custo, mas que proporciona excelentes oportunidades para o aumento das vendas.

Um exemplo de como essa solução tem ganhado cada vez mais espaço é o lançamento do e-commerce do Carrefour, em 2016. A plataforma já foi inaugurada como um marketplace, atuando em 12 categorias de produtos e com expectativa de crescimento para outros nichos de mercado. A empresa valorizou uma implantação por etapas, expandindo pouco a pouco os segmentos contemplados no marketplace integrado. Assim, além de produtos próprios do Carrefour, outros varejistas também podem comercializar nesse espaço.

O marketplace como tendência entre pequenos lojistas se deve pela demanda dos clientes, que desejam ter acesso a cada vez mais opções para se decidirem pela conclusão de suas compras. A alternativa ainda ajuda a estabilizar o negócio em menos tempo, visto que traz retorno ao mesmo tempo em que elimina investimentos com estrutura e divulgação.

3. Integração da loja física com a loja virtual

O comportamento de compra dos consumidores tem mudado conforme novas tecnologias vão surgindo. Nesse cenário, a tendência ao omnichannel parece que chegou para ficar. Traduzindo: trata-se da constante migração dos clientes entre as plataformas da empresa, como loja física e virtual. Essa característica torna essencial a integração entre as lojas, que devem atuar de forma complementar para atender às expectativas do público.

Um exemplo de empresa que compreendeu bem o valor de oferecer uma experiência diferenciada para os clientes é o da C&A. A marca desenvolveu uma série de estratégias com foco na integração entre suas soluções online e física. O serviço Clique e Retire, por exemplo, permite que produtos comprados no e-commerce sejam retirados em uma loja física, reduzindo o tempo de espera pela mercadoria e eliminando o pagamento de frete. De acordo com a loja, entre 20 e 30% dos clientes que vão retirar o produto na loja se interessam por outros itens e acabam comprando mais.

Para que a solução seja eficiente, entretanto, é necessário contar com alguns pré-requisitos tecnológicos. Um dos desafios relacionados ao omnichannel é a gestão eficiente do estoque, que deve ser realizada em tempo real. O principal investimento necessário para resolver esse problema, além de uma plataforma de e-commerce com essa funcionalidade, é um sistema ERP (Enterprise Resource Planning), que permite integrar uma série de processos de ambas as lojas na mesma interface.

4. Expansão do m-commerce

Considerado uma evolução do e-commerce, o mobile commerce (m-commerce) engloba as transações comerciais realizadas utilizando smartphones ou tablets. O acesso pode ser feito tanto pelo site da loja virtual como por um aplicativo próprio da marca. E o crescimento das vendas por mobile realmente surpreende: só no primeiro semestre de 2016 houve um crescimento de 70% quando comparado com o mesmo período de 2015, de acordo com pesquisa da Criteo.

Caso a empresa não tenha estrutura suficiente para investir em um aplicativo próprio, ao menos tomar os cuidados devidos para que o e-commerce seja responsivo já garante uma boa competitividade. Essa demanda deve ser avaliada na escolha da plataforma do e-commerce, que deve contar com essa funcionalidade.

Entre as empresas que têm investido no m-commerce estão C&A, Americanas e Submarino, que investiram em aplicativos próprio para vendas, além de terem sites responsivos para o mobile. No caso de empresas menores, ainda que só tenham o site como opção de m-commerce, garantir uma boa navegabilidade pelos dispositivos móveis e assegurar eficiência máxima no fechamento do pedido já são ações que trarão resultados bastante satisfatórios.

O atendimento ao cliente deve ser valorizado, independentemente da plataforma usada para compra. Atender bem, diversificar as opções de contato, humanizar e personalizar a abordagem, além de ter uma gestão de relacionamento de longo prazo são táticas essenciais para manter a competitividade.

5. Automação e uso inteligente de dados

Automatizar processos relacionados à gestão e às vendas é cada vez mais uma opção para aumentar a eficácia do negócio e gerar uma melhor percepção para o consumidor. Hoje em dia, empresas dos mais diferentes setores e portes são capazes de armazenar o histórico de compra e relacionamento com o cliente, certo? Na prática, porém, é o uso desses dados que faz a diferença!

Essas informações devem ser usadas para embasar a tomada de decisões, ao mesmo tempo em que agregam valor à jornada de compra do cliente. Somada à análise de dados, a automação permite conhecer melhor o público-alvo, assim como torna as ofertas para cada cliente mais relevantes e personalizadas, consequentemente aumentando as vendas.

As tendências entre os e-commerces brasileiros demonstram que a competitividade continuará sim a crescer. Mas isso não é motivo para desânimo ou preocupação! Afinal, as soluções tecnológicas estão cada vez mais acessíveis para qualquer empresa, bastando saber usar adequadamente os recursos disponíveis para impactar os clientes de forma positiva. Com o amadurecimento do mercado brasileiro, a expectativa é que as empresas que teimarem em desconsiderar as tendências entre os e-commerces percam espaço.

Quer mais informações sobre como seguir essas tendências de mercado com um orçamento limitado? Entre em contato conosco e veja como esses investimentos são possíveis!

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