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8 tendências do varejo para ficar de olho em 2018

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Com o mercado e-commerce vivendo um crescimento constante, é importante investir para se manter competitivo. E não podemos desconsiderar os investimentos em inovação quando o assunto é varejo online!

Pensando nisso, resolvemos elaborar um guia completíssimo com as principais tendências do varejo para 2018. São tecnologias e estratégias que já começam a ser popularizadas no Brasil e que, em breve, serão norteadoras do sucesso de empreendedores virtuais. Confira!

1. Otimização da experiência de compra mobile

Tudo bem que o comércio online já conhece há tempos o uso massivo de celulares e tablets também para a compra online. Mesmo assim, ainda há quem teime em não dar atenção especial aos dispositivos mobile, ignorando o fato de que esse cuidado já tem feito bastante diferença na conversão de vendas. Hora de reverter esse quadro!

O primeiro passo para entendermos essa tendência para 2018 é reconhecer os desafios existentes. Em geral, a equipe de programação cria o código do site pensando em desktops para, só depois, fazer pequenas adaptações de forma a adaptá-lo a telas menores. O problema é que essa solução até pode ser visualmente eficaz, mas traz alguns problemas de agilidade e confiabilidade.

É preciso lembrar que um celular ou tablet tem um poder de processamento muito menor que um PC ou um notebook. Nesse cenário, o carregamento de imagens grandes para depois redimensioná-las, por exemplo, pode ser uma ação tão lenta que acaba causando travamentos.

A boa notícia é que existem maneiras de minimizar o problema, como o uso de formatos de imagem mais leve ou a adoção de um carregamento assincrônico, quando o celular não baixa todos os dados de um site de uma única vez, mas de maneira alternada. De qualquer forma, sem precisar mexer a fundo na programação, ainda é necessário adotar algumas táticas simples para melhorar a experiência do comprador no celular.

Usar grandes botões clicáveis, seja para a finalização da compra ou para o atendimento de um Call To Action (CTA), por exemplo, já melhora a usabilidade do celular. Da mesma forma, é importante contar com teclados otimizados, usando aqueles com todos os caracteres para o preenchimento de formulários e o numérico para a entrada de senhas ou datas, por exemplo.

Por fim, uma dica ainda sobre formulários: no caso do celular, eles devem ser alinhados à esquerda e com largura máxima. Dessa maneira, o usuário não precisa descer muito a tela enquanto navega nessas páginas.

2. Investimento em segurança e privacidade

A preocupação em relação a fraudes e desvios de dados da loja ou dos clientes sempre esteve presente no comércio online. A realidade não é diferente hoje em dia. Pois sabia que existem algumas tendências no varejo online para diminuir esse tipo de problema?

Certificados

Algumas soluções são puramente tecnológicas, como a adoção de certificados e selos de segurança nos sites. Essas são ferramentas já utilizadas no varejo online, mas que tendem a ficar cada vez mais sofisticadas. O detalhe é que só agora os lojistas vêm percebendo a necessidade de dar visibilidade a esses recursos, com banners e selos no próprio site, transmitindo mais confiança aos consumidores.

Gateways

A preocupação também é crescente no que se refere às formas de pagamento adotadas pelos e-commerces. Aí entram, por exemplo, os gateways de pagamento, que funcionam como pontes entre a empresa e bandeiras de cartão de crédito ou bancos. Os gateways já vêm equipados com sistemas antifraude sofisticados, além de criptografia e processos de autorização mais seguros.

Intermediadores

Precisamos falar ainda dos intermediadores de pagamento, que também devem ficar mais seguros. Fazendo todo o meio de campo burocrático e tecnológico entre e-commerce e bancos ou bandeiras de cartão, o processo aqui funciona de outra forma.

O cliente faz o pagamento, que é enviado ao intermediador, responsável por conferir dados e adotar quaisquer precauções cabíveis. Só então as bandeiras de cartão são acionadas e o pagamento é repassado ao lojista. Como você pode ver, um intermediador tem uma boa capacidade de eliminar riscos na transação online. Mas isso não se deve exclusivamente aos já citados sistemas antifraude e ao uso de criptografia, viu?

Os intermediadores ficam com a gestão do armazenamento de dados dos clientes, em especial aqueles relativos a cartões de crédito ou informações bancárias. Como são especialistas nessa tarefa, têm acesso a servidores mais seguros, normalmente na nuvem.

Logística

Por fim, vale lembrar que a segurança não é apenas uma questão virtual. Algumas soluções de logística também despontam como tendências do e-commerce, como a possibilidade de realizar entregas mais rápidas e até mesmo o investimento na possibilidade devolução ágil de produtos.

Pode acreditar: adotando esse tipo de postura, os clientes sentirão mais confiança em recorrer à sua loja online. Afinal, saberão que o envio e o recebimento dos produtos acontecerão sem maiores problemas e, no caso de algum incidente, o ressarcimento é descomplicado.

3. Uso de Big Data em diferentes atividades

Você sabe o que exatamente significa explorar o Big Data? Então vamos lá: consiste basicamente em fazer a captação e a análise de dados de forma massiva, usando diferentes fontes de informação para conhecer com profundidade seu público. Com isso, o negócio consegue tomar decisões estratégicas com muito mais agilidade e precisão.

O que você tem que entender aqui é que sua própria loja online já é uma fonte riquíssima de informações, uma vez que clientes e visitantes costumam disponibilizar dados importantes por lá — como endereço e faixa etária. Isso sem contar que você ainda tem a capacidade de analisar o histórico de compras de cada um.

Seguindo a mesma lógica, é possível captar dados relevantes nas páginas da marca nas redes sociais, como Facebook e Twitter, ou até contratar uma empresa especializada no fornecimento de bancos de dados extensos, desde que respeitem a segurança e a privacidade dos usuários.

O detalhe é que, especialmente para pequenos e médios empreendedores, o uso de Big Data ainda é um desafio. Afinal de contas, é preciso investir na captura desses dados, bem como contar com as ferramentas tecnológicas certas para processar e analisar todo esse volume de informações. Para solucionar o problema, é possível apostar em 2 tendências.

Barateamento de custos

A primeira possibilidade está no barateamento dos custos com o uso de Big Data. Isso se deve principalmente à popularização de sistemas de CRM (sigla em inglês para gestão do relacionamento com clientes), que conseguem processar grandes quantidade de dados de forma automática, analisando-os de acordo com as necessidades do negócio.

Terceirização da análise

A segunda tendência possível é a terceirização da análise. Pense bem: empresas focadas em outsourcing podem ser uma opção bem mais barata para pequenos e médios empresários que, com isso, não precisam aumentar sua equipe interna de TI ou realizar grandes investimentos em infraestrutura.

Além disso, a empresa passa a contar não apenas com uma equipe técnica, mas com um verdadeiro serviço de consultoria, que, com seu know-how de mercado, pode apontar os melhores caminhos para o comércio online explorar toda a potencialidade do Big Data.

4. Integração entre loja física e virtual

As empresas tradicionais mais atentas e com visão de mercado não deixaram a ascensão do e-commerce passar despercebida. Basta olharmos para os grandes varejistas do país para entender que eles, além de possuírem uma grande capilaridade física, ainda investem cada vez mais em suas lojas online.

A boa notícia é que a união de loja física e virtual também pode ser uma opção para pequenos e médios empresários, desde que entendam que as 2 frentes precisam ser sincronizadas.

Para garantir uma integração mais fluida entre o mundo físico e o virtual, é preciso seguir uma série de passos. Padronizar processos internos é o primeiro, a fim de garantir que todas as equipes sigam diretrizes e políticas similares. Da mesma forma, é preciso dar atenção especial a setores críticos, principalmente o estoque.

O controle de mercadorias à disposição para venda deve servir tanto para a loja virtual como para o e-commerce, por exemplo. E essa integração exige sinergia entre os setores de compras, vendas, marketing e, claro, o próprio estoque! Uma solução eficaz nesse quesito é o uso de softwares de gestão empresarial, conhecidos pela sigla em inglês ERP, de Enterprise Resource Planning.

Esse sistema consegue usar dados vindos de diferentes áreas do negócio para emitir relatórios de controle automáticos. Não tenha dúvida: com essa ajuda, fica muito mais fácil visualizar como as ações de compra, vendas e marketing impactam o setor de estocagem.

A integração entre loja física e virtual também demanda uma plataforma de e-commerce que dê fluidez ao processo. Será que as funcionalidades da sua plataforma dão conta do recado? Confira se elas permitem o uso de sistemas de busca integrados, se calculam fretes levando em conta a disponibilidade na loja física e se compartilham informações com o ERP.

A loja online não pode mostrar como disponível um produto que acabou de ser vendido na loja física, por exemplo. Por mais que essa possa parecer uma função simples, quando falamos em um grande volume de vendas ou mesmo na presença de mais de uma unidade do varejo, o controle manual se mostra praticamente impossível.

Por fim, ainda vale destacar que a integração de lojas virtuais e físicas proporciona uma melhora significativa nas ações de marketing, podendo até automatizá-las. Com isso, acrescenta eficiência não só à publicidade em si, mas também às promoções para ambos os meios de negócio.

5. Personalização de atendimento e conteúdo

Já falamos aqui sobre como o uso de Big Data será um diferencial nos próximos anos e que a principal vantagem dele é oferecer os recursos necessários para melhorar o atendimento e a venda aos clientes finais, certo? Vamos agora acrescentar mais uma camada a esse conhecimento: tudo isso se deve à possibilidade de personalização de conteúdo e produtos.

Tendo acesso a dados relevantes e adotando boas ferramentas, como o já citado sistema de CRM, você consegue definir públicos específicos com os quais deve lidar. É possível, por exemplo, entender que 60% do seu público-alvo é composto de homens jovens, entre 18 e 26 anos, que se interessam por design. A partir daí, basta direcionar suas ações de marketing para fidelizar esse perfil!

Por outro lado, também é possível identificar perfis que ainda não aderiram à sua loja, mas que seriam um ótimo acréscimo à sua audiência. Nesse caso, é preciso esforço para oferecer uma atenção especial seja nas ações de divulgação planejadas ou no próprio desenvolvimento de produtos.

É importante lembrar que a personalização do atendimento não se limita aos processos de marketing e vendas, ok? Você também usar essas informações para melhorar o pós-venda, fazendo com que os responsáveis pelo atendimento tenham mais base para entender os problemas e as demandas dos compradores, propondo soluções mais eficientes.

A personalização dos conteúdos também já é uma tendência do varejo que tende a se confirmar nos próximos anos. Trata-se de oferecer materiais ricos para os potenciais compradores e, assim, atraí-los para seu site de maneira orgânica, sem o pagamento de propagandas tradicionais.

Para fazer um bom marketing de conteúdo, é preciso entregar informações de interesse para o público. Uma loja de instrumentos musicais, por exemplo, pode criar um blog com dicas de manutenção ou mesmo de teoria musical. Assim, além de conseguir atrair compradores, o lojista ainda consegue educar seu público, ganhando status de autoridade na área.

6. Crescimento das lojas de nicho

Até aqui, nosso foco se voltou para as tecnologias e estratégias que vão ditar os rumos do varejo em 2018 e nos anos seguintes. Mas também é importante que você saiba quais são os nichos de mercado que prometem se fortalecer daqui em diante! Essas podem ser boas oportunidades para quem está começando a pensar em empreender ou deseja diversificar sua oferta. Acompanhe!

Cosméticos

O mercado da beleza é um dos poucos que quase não são afetados pela crise. Na verdade, existe até um nome para esse fenômeno: o efeito batom. A explicação é que, mesmo em momento de instabilidade financeira, as pessoas podem até diminuir a compra de alguns produtos, mas, de uma forma ou de outra, continuam investindo no seu bem-estar. Que tal então vender cosméticos via internet?

Você pode trabalhar com revenda de produtos de outras empresas ou investir na produção própria de sabonetes ou perfumes, por exemplo. Lembre-se de que os consumidores estão cada dia mais interessados em produtos naturais e que gerem pouco impacto ambiental.

Pets

O brasileiro ama animais de estimação e investe neles. Para o varejo, isso representa uma oportunidade de ouro! Você pode ganhar dinheiro oferecendo acessórios, brinquedos e até comida. Uma tendência forte nessa área é, mais uma vez, a aposta em alimentos menos industrializados.

Crianças

Outro mercado em expansão é aquele voltado para o público infantil. Para se diferenciar, você pode investir em brinquedos e jogos que fujam um pouco da mania dos videogames. O que acha de jogos de tabuleiro ou peças mais artesanais e educativas?

Brindes

O mercado de brindes voltados para o meio corporativo segue em alta. Mas tem novidade vindo por aí! A principal mudança é no foco: os fornecedores de brindes não vão mais restringir sua atuação em datas comemorativas, como Natal ou Dia das Mães. A tendência é investir na renovação constante do mix de produtos e no barateamento das entregas para manter um bom volume de vendas o ano todo.

O mercado tende a expandir também para clientes não corporativos, oferecendo lembranças de casamento ou festas de aniversário.

Cursos e infoprodutos

Sabia que o conhecimento também é um bem que pode gerar lucros no ambiente online? Já é comum encontrarmos diversos cursos na internet, em especial aqueles mediados por videoconferência. Essa é uma ótima alternativa para profissionais liberais aumentarem a renda com seu know-how sobre determinada área.

O crescimento da comercialização de infoprodutos também já é uma realidade. Estamos falando de e-books e apostilas online, por exemplo. O público abrange desde concurseiros até profissionais já na ativa, passando por vestibulandos e simples curiosos. Você pode investir em guias técnicos ou na divulgação de estratégias de gestão, vendas e marketing, por exemplo.

7. Oferta de clubes de assinatura

Na verdade, os clubes de assinatura formam outro nicho de mercado com boas perspectivas para os próximos anos. Mas eles são tão interessantes que decidimos criar um tópico especial todinho dedicado ao setor. Sabia que, embora recentes, eles já faturam mais de 400 milhões de reais no Brasil?

Os clubes de assinatura funcionam de maneira bem simples. Imagine: o cliente faz uma assinatura, como a de uma revista, pagando um valor mensal, semestral ou anual, para receber regularmente diferentes produtos em casa. Existem clubes de assinatura de vinhos, cervejas artesanais, livros, calçados, roupas, produtos pet e muito mais. A lista de possibilidades é longa!

Esse tipo de serviço traz inegáveis ganhos para a satisfação do cliente, que passa a receber produtos diferenciados por um preço justo. A grande sacada para o cliente aqui está no fato de que, caso adquiridos separadamente, esses mesmos itens sairiam muito mais caros.

Além disso, o clube de assinaturas pode ser a porta de entrada para que o comprador conheça mais sua loja e, assim, acabe consumindo outras mercadorias. Isso sem contar que um sistema de assinaturas também traz ganhos de gestão de recursos. Recebendo pagamentos recorrentes, a empresa consegue manter uma rentabilidade equilibrada e previsível por longos períodos, tendo a possibilidade de escalar o negócio de forma planejada e controlada.

Como você pode ver, essa opção não é interessante apenas para quem está começando a empreender. A dinâmica do clube de assinatura pode ser adotada por negócios já devidamente estabelecidos como mais um integrante do seu mix de produtos.

8. Automatização dos processos da loja

Para encerrarmos este guia com chave de ouro, vamos falar de uma tendência do varejo que definitivamente não pode ser ignorada: a automatização de processos da loja. Em linhas gerais, trata-se de usar ferramentas tecnológicas para realizar tarefas repetitivas, morosas e burocráticas demais ou especialmente sensíveis ao erro humano. Com isso, a empresa ganha uma série de vantagens competitivas!

Sistemas de controle e gestão são mais ágeis que o trabalho manual, dando um ganho de tempo que, no fim das contas, impacta na redução de custos. Afinal, os colaboradores deixam de se preocupar com determinados processos acessórios, podendo voltar seu foco ao trabalho mais estratégico, realmente produtivo.

A empresa também ganha com a diminuição da burocracia, algo que fica palpável quando pensamos no fim do acúmulo de papelada em prol de arquivos organizados e geridos virtualmente. Além do espaço físico preservado, documentos virtualizados são mais fáceis de serem enviados ou acessados de qualquer lugar, mesmo em dispositivos móveis, graças à conexão com servidores na nuvem.

A automatização ainda ajuda a integrar os processos da loja virtual. Já falamos aqui sobre como a gestão do estoque precisa de uma atenção especial, principalmente quando é preciso integrar lojas físicas e virtuais, está lembrado? Pois bons sistemas automatizados não só conseguem gerir e emitir notas de entrada e saída como agilizam a feitura de novos pedidos aos fornecedores, por exemplo. Uma ajuda e tanto!

A automatização também é importante nos processos fiscais e financeiros da loja. Vale lembrar que o fisco é bem intolerante em relação a erros, o que pode causar prejuízos com multas e até processos jurídicos. Contar com sistemas que façam a emissão correta de notas fiscais ou que ajudem a realizar processos complexos, como a remessa do SPED Fiscal, diminui a possibilidade de falhas humanas e dá segurança jurídica aos setores fiscais e financeiros.

Essa automatização também é uma importante ferramenta para o controle empresarial. Isso acontece porque as soluções tecnológicas trabalham com a constante captação e análise de dados, sendo capazes de gerar relatórios automáticos para leitura rápida e tomada de decisões bem fundamentada.

Todos sabemos que uma boa empresa deve ser guiada por números, métricas e índices de performance. E a melhor maneira de conseguir levantar esses dados de forma recorrente e segura é apostando em bons sistemas de gestão e plataformas de e-commerce!

O controle automático permite encontrar falhas e oportunidades de melhoria de forma eficaz. É possível analisar a frequência de abandonos de carrinho e até inferir suas motivações, por exemplo. Também dá para acompanhar os resultados de ações de marketing ou vendas, observando de forma facilitada a variação de índices de conversão ou mesmo de preços de insumos vindos de fornecedores.

Quem está no mercado online sabe que os negócios são baseados nos avanços tecnológicos. Assim, só é possível se manter rentável e crescer em meio à concorrência ficando atento às inovações! Lembre-se, no entanto, de que a tecnologia é uma aliada estratégica, mas sempre deve ser acompanhada por renovação constante dos processos administrativos. Em outras palavras, um varejo online moderno conjuga boas ferramentas com uma gestão cada vez mais profissional.

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